" A mi no me ofende que por hablar mucho me llamen loco, Tú dices poco porque sabes poco!"
Calle 13

sábado, 29 de junho de 2013

Tv Argentina - Como a mídia internacional vê a Globo

"Agradeço aos argentinos e a Emissora que mostram o que o PIG pensa que passa despercebido." VÍDEO IMPERDÍVEL



Em uma ótima análise o apresentador do programa "Bajada de Linea" do Canal 9 argentino, mostra aos argentinos como funciona a inescrupulosa Rede Globo e seu joguinho sujo para tentar eliminar o governo da Presidenta Dilma Rousseff, aproveitando a onda de protestos que vem acontecendo no Brasil.Mostra a hipocrisia e a mudança de opinião repentina do porta voz maior do PIG (Jabbur), lembrando que na Argentina acontece o mesmo com "a globo argentina" o grupo Clarin.








quinta-feira, 27 de junho de 2013

Quinta Rock - Iron Maiden - Rime Of The Ancient Mariner

Bom dia, roqueiros de plantão, hoje acordei inspirado e a QUINTA ROCK, que normalmente é publicada a noite, vai rolar já cedinho. O som de hoje é um dos maiores clássicos da banda IRON MAIDEN e uma das músicas mais fodas que eu conheço... O que posso falar de um som deste, se comparado aos "sucessos" que tocam nas rádios e que a massa curte, como "ai se te pego", "tchu tcha", etc... por exemplo, pelo contexto da música e de sua letra,  eu só posso sentir pena... Prestem atenção na letra desta música, é quase um livro em forma de musica, muito foda!!! E quem sabe faz ao vivo!


IRON MAIDEN

BANDA: Iron Maiden
GÊNERO: Heavy Metal
PAÍS: Inglaterra
MUSICA: Rime Of The Ancient Mariner
WEB: http://www.ironmaiden.com/


VÍDEO:

LETRA:

Rime Of The Ancient Mariner
Hear the rime of the Ancient Mariner
See his eyes as he stops one of three
Mesmerizes of one of the wedding guests
"Stay here and listen to the nightmares
of the sea!"

And the music plays on, as the bride passes by
Caught by his spell, and the Mariner tells his tale

Driven south to the land of the snow and ice
To a place where nobody's been
Through the snow fog flies on the albatross
Hailed in God's name, hoping good luck it brings

And the ship sails on, back to the north
Through the fog and ice and the albatross follows on...

The mariner kills the bird of good omen
His shipmates cry against what he's done
But when the fog clears, they justify him
And make themselves a part of the crime

Sailing on and on and North across the sea
Sailing on and on and North 'til all is calm

The albatross begins with its vengeance
A terrible curse, a thirst has begun
His shipmates blame bad luck on the Mariner
About his neck, the dead bird is hung

And the curse goes on and on and on at sea
And the thirst goes on and on for them and me...

Day after day, day after day
We stuck nor breath nor motion
As idle as a painted ship upon a painted ocean
Water, water, everywhere, and all the boards did shrink
Water, water, everywhere, not any drop to drink!

"There", calls the Mariner
"There comes a ship over the line!"
"But how can she sail with no
Wind in her sails and no tide?"
See... onward she comes
Onward she nears, out of the sun
See... she has no crew
She has no life! "Wait but there's two!"

Death, and she life in Death
They throw their dice for the crew
She wins the Mariner
And he belongs to her now
Then, crew one by one
They drop down dead, two hundred men
She... she, Life in Death
She lets him live, her chosen one...

"One after one, by the star dogged moo,
Too quick for groan or sigh
Each turned his face, with a ghastly pang
And cursed me with his eye
Four times fifty living men
And I heard nor sigh nor groan
With heavy thump, a lifeless lump
They dropped down, one by one..."

The curse, it lives on in their eyes
The Mariner, he wished he'd die
Along with the sea creatures
But they lived on, so did he

And by the light of the moon
He prays for their beauty, not doom
With heart he blesses them
God's creatures, all of them too

Then, the spell starts to break
The albatross falls from his neck
Sinks down like lead, into the sea
Then down in falls, comes the rain!

Hear the groans of the long dead seamen
See them stir and they start to rise
Bodies lifted by good spirits
None of them speak, and they're lifeless in their eyes

And revenge is still sought, penance starts again
Cast into a trance and the nightmare carries on

Now the curse is finally lifted
And the Mariner sights his home
Spirits go from the long dead bodies
Form their own light and the Mariner's left alone

And then a boat came sailing towards him
It was a joy, he could not believe
The pilots boat, his son and the hermit.
Penance of life will fall onto him

And the ship, it sinks, like lead, into the sea
And the hermit shrieves the Mariner of his sins

The Mariner's bound to tell of his story
To tell his tale wherever he goes
To teach God's word by his own example
That we must love all things that God made

And the wedding guest's a sad and wiser man
And the tale goes on and on and on...



TRADUÇÃO:

Conto do Velho Marinheiro
Ouça a história do velho marinheiro
Veja seus olhos enquanto ele para um de cada três
Hipnotiza um dos convidados do casamento
Fique ali e ouça sobre os pesadelos
dos mares

E a música toca, enquanto a noiva passa por perto
Cativada pelo seu encanto e o marinheiro conta sua história

Levado ao sul da terra da neve e gelo
Para um lugar onde ninguém esteve
Atravessando as tempestades de neve voava um albatroz
Gritou em nome de deus, esperança de boa sorte ele trazia

E o navio navegava, de volta ao norte
Através do nevoeiro e gelo e o albatroz o seguia

O marinheiro matou o pássaro da boa nova
Seus companheiros gritaram contra o que ele havia feito
Mas quando o nevoeiro sumiu, eles o perdoaram
E se tornaram parceiros de crime.

Navegando e navegando para o norte através do mar
Navegando e navegando para o norte até que tudo estivesse calmo

O albatroz começou a sua vingança
Uma terrível maldição, uma sede começou
Os companheiros culpam o marinheiro pela má sorte
Sobre seu pescoço é pendurado o pássaro morto

E a maldição prossegue no mar
E a maldição prossegue para eles e eu

Dia após dia, dia após dia,
Estamos parados, sem vento e sem movimento
Tão parados como um navio pintado em um oceano pintado
Água, água para todo lado e toda a comida se foi
Água, água por todo lado, e nem uma gota para beber

Então gritou o marinheiro,
lá vem uma embarcação no horizonte
Mas como ele pode navegar
Sem vento e sem correntes?
Veja... ela vem em frente
Ela está se aproximando, vindo do sol
Veja... ela não tem tripulação
Ela não tem vida, espere, mas há dois

A morte e ela, a morte em vida,
jogaram os dados para a tripulação
Ela ganhou o marinheiro
E ele pertence a ela agora
Então... a tripulação, um a um,
Caíram mortos, duzentos homens
Ela... ela, morte em vida
Ela o deixou viver, o seu escolhido

"Um a um, sobre a lua rodeada de estrelas
rápido demais para gemer ou suspirar
Cada um virou seu rosto atormentado,
e me amaldiçoou com seu olhar
Quatro vezes cinquenta homens
(e eu não ouvi suspiro ou gemido),
pesadamente, um vulto sem vida,
eles caíram um em um."

A maldição prosseguia nos seus olhares
O marinheiro desejou ter morrido
Juntamente com as criaturas do mar
Mas elas vivem, e ele também.

E sobre a luz da lua
Ele reza para seus futuros horríveis
De coração ele as abençoa
Criaturas de deus, a todas elas também

Então o feitiço começa a se quebrar
O albatroz cai de seu pescoço
Afunda como chumbo no mar
Então cai a chuva

Escute os gemidos dos marinheiros mortos a tempo
Veja eles se moverem e começarem a levantar
Corpos levantados por bons espíritos
Nenhum deles fala e eles não tem vida em seus olhos

E a vingança ainda continua, provação começa de novo
Preso em um transe o pesadelo continua

Agora finalmente a maldição terminou
E o marinheiro avista sua casa
Espíritos saem dos corpos mortos a tanto tempo
Formam sua própria luz e o marinheiro é deixado só.

E então um bote vem velejando de encontro a ele
Era uma alegria, ele não podia acreditar
O comandante do barco, seu filho e o ermitão
Pena de vida cairá sobre ele

E o navio afunda como chumbo no mar
E o ermitão perdoa o marinheiro de seus pecados

O marinheiro é destinado a contar sua história
A contar esta estória onde quer que vá
A ensinar a palavra de deus através de seu exemplo
Que nós devemos amar todas as coisas que deus fez.

E o convidado do casamento é um homem mais triste e sábio
E a história continua e continua


terça-feira, 25 de junho de 2013

10 Idéias criativas utilizando materiais reciclados. Parte 4.

Fala galera, tenho uma boa noticia pra contar pra vocês, entre as palavras mais buscadas recentemente aqui no blog figuram as palavras "ideias com material reciclado", eu fico muito feliz, pois reciclagem é um caminho excelente para ser seguido na tentativa de salvar esse mundo.

Então  já temos 3 posts com este assunto, (  veja aqui: parte 1, parte 2 e parte 3) e mais uma vez trago pra vocês algumas ideias interessantes para o aproveitamento de objetos usados, reciclagem amigos esse é o caminho!










segunda-feira, 24 de junho de 2013

O gigante foi criado a leite com pera e Ovomaltine na geladeira

Crônica sobre um titã incompreendido.



Militantes das antigas, comunistas comedores de criancinhas, políticos corruptos e malvados em geral: tremei! O gigante acordou.

Acordou, de fato, não há o que se discutir quanto a isso. Mas acho que acordou com amnésia. Ou o gigante esqueceu da história recente do país ou talvez não a tenha vivenciado. Estava dormindo, afinal de contas.

O gigante também quer brigar contra o que está errado, mas não entende muito bem o que está acontecendo. Acho que ele acordou assim meio de supetão, no susto. Ouviu uma gritaria, uma certa baderna e à princípio achou ruim – quem gosta de baderna? Mas depois que viu algumas pessoas apanhando da polícia sem qualquer motivo aparente, mudou de ideia e resolveu participar.

Foi assim que descobriu um pessoal brigando por seus direitos. Mas no calor do momento ele não pôde parar para entender o que de fato estava acontecendo. Simplesmente entrou na dança.


Correndo ali no meio do povo, o gigante ouviu dizerem que todo o vuco-vuco era para baixar o preço da tarifa do transporte público, que havia subido vinte centavos. Aquilo era meio estranho pro gigante, pois ele nunca andou de ônibus e alguns centavinhos para ele era mixaria.

Foi aí que ele ouviu alguém gritar: “É mais do que vinte centavos!” e tudo fez sentido. Gigantes, você deve saber, têm dificuldade para interpretar as coisas, por isso ele entendeu que aquela era a hora de lutar por TUDO de uma vez só: saúde, educação, salários justos, etc.

Em meio àquele carnaval ideológico, o gigante se sentiu em casa. Escreveu cartaz, pintou a cara e se vestiu de branco. Até que finalmente encontrou uma causa ainda mais nobre para defender: chegara a hora de lutar contra o verdadeiro Mal.

Gigantes não compreendem nuances de pensamento. Eles são maniqueístas por natureza, por isso precisava de um vilão bem malvado para lutar contra. Imagine como ele ficou contente ao sussurarem em seu ouvido: o governo atual é o vilão, pegou dinheiro do povo. E como ele esteve dormindo por tanto tempo, achou que foi o partido do governo que inventou a corrupção, e que antes deles nada disso tinha ocorrido no Brasil.

E quem pode culpar o gigante? Poxa, ele não sabe das coisas. No fundo ele é bem intencionado, se você pensar bem: quer acabar com a corrupção, quem poderia ser contra isso?

Então o gigante avistou um monte de bandeiras vermelhas, cada uma com uma sigla totalmente diferente da outra, mas como ele não sabia ler direito, achou que todas eram a favor do governo, achou que todas representavam o Mal. E se chateou, pediu para baixarem a bandeira.

Amigos compatriotas, vermelho é mal. Como vocês podem defender algo assim? Não pode! – bradava o gigante.
O pessoal não quis ouvir o grandalhão. Até tentaram explicar o conceito de democracia pro gigante, mas o blablabla acabou por irritar o colosso ainda mais, que bateu nos manifestantes sem a menor cerimônia. Gigantes são assim: muito fortes, bastante estabanados e têm um pavio muito curto.


Mas quem poderia culpar o gigante? Ele dormiu durante as aulas de História, por isso não sabia que aquelas pessoas estavam acordadas muito antes dele. Já tinham lutado muito, conquistado direitos, derrubado governantes. Mas para ele isso tudo não queria dizer nada.

O que poucos sabem, entretanto, é que gigantes são muito vaidosos. E toda aquela confusão que ele já tinha causado acabou chamando a atenção da mídia. Só que ao invés de contrariá-lo, a mídia resolveu bajular o gigante. Disse que aquilo que ele estava fazendo era o certo, e o gigante ficou todo cheio de si.


Gigantes gostam de ser tratados assim, com todo o carinho. Experimente dizer “não” a um gigante. Não dá certo. Gigantes foram criados na base do leite com pera e Ovomaltine na geladeira. Quando vão no supermercado com os pais, sempre saem com um brinquedo novo. Quando vão para a balada, acreditam que todas as meninas são obrigadas a dar atenção pra ele. E se por acaso forem contrariados, os gigantes brigam. Brigam muito, esperneiam, se jogam no chão, batem, quebram tudo. Se a briga não der certo, chamam os pais. Aí a coisa fica séria, pois os pais dos gigantes são gigantes também, mas têm muito mais poder. Normalmente mais dinheiro, mais influência, mais cara-de-pau.

Todos achavam que o gigante acalmaria em algum momento, mas aí a tal da manifestação da tarifa deu certo: reduziram o preço pago pelo transporte público. Foi a maior festa. Só que o gigante queria mais, não podia simplesmente parar ali. Finalmente ele estava acordado, não queria dormir de novo.

Por favor não julgue o incompreendido gigante. Faltou educação, faltou mais carinho e menos mimos. Tente entender o lado do gigante: um belo dia ele acorda e vê que o povo tem poder. E assim, sem entender, ele se envolve com a luta e consegue atingir um dos principais objetivos. Ora, não tem nada que um gigante goste mais do que quando cedem a seus pedidos. Por isso ele acabou se descontrolando de vez.


Começou a carregar placas de tudo quanto é tipo. Falaram de um tal de PEC e que isso era ruim. Ele passou a ser contra. Falaram que a Copa era ruim, ele gritou contra. Falaram que os médicos de Cuba queriam roubar emprego dos médicos brasileiros, e o gigante gritou contra. Falaram que o melhor era tirar os vermelhos do poder, e então ele passou a gritar pelo impeachment da presidenta – mesmo sem ter nenhuma proposta do que fazer depois que ela saísse do poder. Mas ele gritou mesmo assim.

E foi aí que resolveram fazer o gigante de bobo de vez. Pois gigantes são, como eu falei antes, muito fortes e maniqueístas, estão sempre preocupados em fazer o Bem e lutar contra o Mal. Mas são ingênuos, coitados. É só fazer um carinho aqui, um lero-lero ali e eles já ficam todo abertos. E a tal da mídia – amiguinha do gigante – tinha um plano. Sabendo que o gigante estava todo cheio de “causas”, apresentou para o grandalhão um amigo de longa data, o Novo Candidato. Era um fulano genérico, sem bandeira de partido nenhum. Vestia branco e dizia que o Brasil não tinha que ir pra esquerda nem pra direita: tinha que ir pra frente. O gigante foi ao delírio.



Diziam que esse cara era do Bem. Com “B” maiúsculo mesmo. Daqueles que acredita na família tradicional, no avanço do país. É totalmente contra a corrupção, contra os vermelhos, contra todo mundo que visa desestabilizar o modo Do Bem de viver que o gigante levava. Com um amigo grande, forte e meio burro como esse, foi muito fácil para o Novo Candidato chegar ao poder.

Ele falou pro gigante que ter partidos era ruim e o gigante acreditou. No dia seguinte não haviam mais partidos políticos no Brasil.
Ele falou pro gigante que baderneiro tem que levar bala mesmo e o gigante concordou. No dia seguinte qualquer tipo de manifestação estava proibida.
Ele falou pro gigante que toda essa burocracia era ruim pro país e o gigante entendeu. No dia seguinte o Congresso Nacional, as assembleias legislativas e câmaras de vereadores amanheceram fechadas.


O Novo Candidato fez uma limpa. Apagou todo mundo que pensava diferente, jogou os pobres numa vala qualquer e chamou o gigante para um coquetel. Para comemorar o Novo Brasil.

O gigante se sentia satisfeito. Na noite do coquetel ele comeu e bebeu muito. Sentia que tinha feito algo muito importante pelo país e estava orgulhoso. Ao mesmo tempo se sentia cansado, com dores pelo corpo todo. Percebeu que há muito não parava, há muito não descansava.

Agora o país estava em boas mãos, finalmente.

E então o gigante dormiu de novo.


Fonte: Medium.com

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