" A mi no me ofende que por hablar mucho me llamen loco, Tú dices poco porque sabes poco!"
Calle 13
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segunda-feira, 23 de junho de 2014

Unesco declara Caminhos Incas como patrimônio da humanidade

São mais de 27 mil km de estreitas vias construídas há centenas de anos – talvez há mais de mil, como supõem alguns estudiosos –, em rotas que seguem sinuosos contornos entre milhares de montanhas da Cordilheira dos Antes, passando por territórios que hoje são de seis países diferentes, mas que foram feitos quando a região noroeste do continente era dominada por um único e pujante império.

Indígenas que fazem a manutenção da Ponte Q’eswachaca, e o reconhecimento da Unesco. Foto: Cuzco Noticias

Em 2007, esses seis países (Peru, Equador, Bolívia, Argentina, Chile e Colômbia), iniciaram uma campanha em conjunto para o reconhecimento da rede viária inca como patrimônio da humanidade, por parte da Unesco. Algo que foi oficializado neste domingo (22/06), em cerimônia realizada na região de Quehue, no sudeste do Peru, onde está localizado um dos trechos mais conhecidos dos caminhos, a Ponte Q´eswachaca – uma estrutura feita com barbantes de fibra vegetal, de 28 metros de comprimento. Estiveram presentes no evento lideranças indígenas das comunidades Winch´iri, Perqaro, Collana e Chaupibanda.

Os Caminhos Incas são parte da herança dos povos originários do continente, escondida no maior labirinto natural do mundo. E se no Velho Mundo todos os caminhos levavam a Roma, por aqui todos os caminhos levavam a Cusco, a principal cidade do sul do Peru, próxima às ruínas de Macchu Picchu, cidade símbolo do Império Inca, também parte do que restou de uma das mais importantes civilizações pré-colombianas.


Conhecidos como Qhapaq Ñan, em seu idioma original, os caminhos vão desde o sul da Colômbia, cortam o Equador e o Peru, passam pelo lago Titicaca, pelas províncias do oeste da Bolívia e da Argentina, até o norte do Chile. Alguns trechos em regiões montanhosas do Peru, ou próximos da tríplice fronteira entre Bolívia, Chile e Argentina, chegam a lugares com altitude superior a 5 mil metros.

Um desafio digno dos grandes aventureiros, mas que requer preparo fisico para encarar o ar rarefeito, as grandes distâncias – são cerca de 5,2 mil km entre o ponto mais ao setentrional, no sul da Colômbia, e o mais austral, no norte do Chile – e as trilhas acidentadas, além da coragem de cruzar as partes mais extremas, como as antigas pontes de sisal. Essa aventura é só para as e os fortes. Seja!


Fonte: Rede Latinoamérica

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Bolívia comemora 188 anos de sua independência.

Em 6 de agosto de 1825 a Bolívia declarava sua independência da Espanha, esta é a singela homenagem a este país pelo qual tenho um carinho muito grande.
Um país cheio de riquezas que foi saqueado e explorado e segue lutando!
Que viva Bolívia! Carajo!


terça-feira, 2 de julho de 2013

Portugal e França atentaram contra a vida do Presidente Evo Morales!

O Blog Loco Mundo vem repudiar totalmente a atitude tomada pelos governos de Portugal e da França ( e Itália) no dia de hoje, negando a permissão para pouso e utilização do espaço aéreo, pelo avião que transportava o presidente da Bolívia, Evo Morales. Essa atitude colocou em risco a vida do presidente boliviano e nada mais é que um ato terrorista imposto pelo maldito governo dos Estados Unidos da América!

O presidente esta sendo sequestrado já que não pode voltar para a Bolívia!







"França e Portugal colocaram a vida do presidente Evo Morales em risco, ao revogar as permissões de aterrissagem e sobrevoo por seus territórios, motivo pelo qual o boliviano teve de pousar de emergência em Viena, denunciou o chanceler da Bolívia, David Choquehuanca, nesta terça-feira.

— Queremos expressar nosso incômodo e mal-estar, porque pôs a vida do presidente em risco — disse o ministro na entrevista coletiva em La Paz.

Morales retornava à Bolívia no avião presidencial, procedente de Moscou, onde assistiu a uma cúpula de países produtores de gás natural e se reuniu com seu colega russo Vladimir Putin.

O mandatário boliviano tinha que fazer uma escala técnica em Portugal, mas Lisboa "inexplicavelmente nos comunicou que havia cancelado a autorização de sobrevoo e aterrissagem", indicou Choquehuanca.

Com essa medida, explicou que "um novo plano de voo foi elaborado para que o presidente" aterrissasse na Espanha, depois da autorização desse país para que a aeronave "fosse reabastecida nas Ilhas Canárias". Mas quando Morales "estava no ar, a França nos comunicou que a autorização de sobrevoo por território francês havia sido cancelada".

Ele ressaltou que a medida, ao que parece, se deveu ao "rumor" de que na aeronave do mandatário estava o informante americano Edward Snowden, que é requerido pelos Estados Unidos depois de ter revelado programas de espionagem do governo americano.

— É uma informação que estava circulando, uma informação mal-intencionada para prejudicar o país (...) é uma grande mentira — insistiu."

Fonte: Zero Hora

terça-feira, 21 de maio de 2013

Uma viagem stop-motion através de belas países da Bolívia e do Peru.



Uma viagem stop-motion através de belas países da Bolívia e do Peru.

Se você quiser teletransportar-se para a América do Sul de imediato, basta pressionar PLAY.

LOCAIS | Arequipa, Chivay, Colca, Cusco, Huacachina, Ica, Laguna Colorada, La Paz, Lima, Machu Picchu, Puno, Salar de Uyuni, Solar de gêiseres Manana, Termas de Polques, Valles de Rocas.

MUSICA | Soundroll - "canção mexicana"

SHOT & EDIT | Piotr Wancerz

curte: https://www.facebook.com/TimelapseMediaPL

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Abuella Grillo - Um belo conto Boliviano.

Abuella Grillo é uma bela animação sobre a água e o direito de todos a seu acesso.

A animação foi produzida em uma parceria entre animadores dinamarqueses e bolivianos, baseado em um mito do povo (indígena) ayoreo, traz muitas reflexões sobre questões referentes à privatização da água.


Uma referência clara é a Guerra da Água, ocorrida em Cochabamba, Bolívia, entre 1999 e 2000, onde em abril de 2000 a população de Cochabamba, a quarta maior cidade do país, tomou ruas e praças exigindo a reversão do processo de privatização dos serviços de distribuição de água encanada. Foi uma vitória única e marcante a nível mundial, mostrando a força da mobilização popular contra o saque de um recurso essencial à vida.

O filme te leva a uma viagem junto da Abuella Grillo que caminha sobre paisagens rurais e urbanas, com uma nuvem que a segue. Ela passa por diversas situações e obstáculos em uma triste e profundamente simbólica história sobre exploração ambiental e corrupção governamental.


Veja o Filme:

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

A Bolívia que a mídia oculta



Por Altamiro Borges

Na semana passada, o presidente Evo Morales fez um balanço sobre os avanços do seu governo. A mídia colonizada – que “fala fino com Washington e fala grosso com a Bolívia”, como já ironizou Chico Buarque – preferiu ocultar as boas notícias do país vizinho, como se ele não existisse. No seu velho padrão de manipulação da informação, como ensina o mestre Perseu Abramo, a mídia realça o que lhe interessa e omite o que não lhe interessa. No caso da Bolívia, ela só é notícia quando ocorrem fatos negativos.

Segundo o balanço, que faz parte do novo censo nacional, a economia boliviana vive um período de expansão, impulsionada pela força do mercado interno e pelo aumento dos investimentos públicos. O país está nos primeiros lugares do ranking de crescimento na região. Enquanto a média de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) entre os anos de 1999 a 2005 foi de 2,6%, nos últimos seis anos ele atingiu os 4,8%. No mesmo período, a média da renda per capita da população subiu de US$ 956 para US$ 1.775.

O governo teve papel decisivo como indutor do desenvolvimento. O Estado elevou sua participação na economia de 18,5% para 30,6% em 2012, com o aumento de investimentos e a estatização de empresas. Isso rendeu ao setor público um crescimento na receita de exportação: no caso dos minerais, o governo passou a arrecadar cerca de US$ 11,3 bilhões no período de 2006 a 2012 - quase 10 vezes mais que os US$ 1,75 bilhão entre 1999 e 2005. “Agora dependemos menos do mercado externo”, festejou Morales.

Os avanços na economia tiveram reflexos diretos na melhoria do bem-estar dos bolivianos. Entre 2006 e 2012, mais de 1,6 milhão de pessoas se beneficiaram com projetos de água potável e saneamento básico da campanha Minha Água, que tem como objetivo atingir até 2015 os “objetivos do milênio” traçados pela ONU. Com a introdução de bolsas escolares de US$ 29 para jovens da escola primária e secundária, o governo reduziu o número de deserção escolar e aumentou o número de alfabetizados.

Nos sete anos de mandato de Evo Morales, o governo também investiu pesado na saúde pública em todas as regiões do país. Mais de 10 mil postos de saúde foram criados. Com estas e outras medidas, a diferença entre as taxas de natalidade e mortalidade diminuiu de 2,74% para 2,03%. A população boliviana teve um crescimento de 25,5% nos últimos dez anos, chegando à marca dos 10,3 milhões de habitantes em 2012. Infelizmente, estas boas notícias não mereceram o devido destaque da mídia colonizada do Brasil.

Ao festejar o balanço altamente positivo, o presidente Evo Morales se comprometeu em manter o ritmo das mudanças para atingir os “13 pilares do programa de governo para uma Bolívia digna e soberana”:

1- Erradicação da pobreza extrema;

2- Universalização de serviços básicos para “viver bem”;

3- Saúde, educação e esportes para “formação de um ser humano integral”;

4- Soberania científica e tecnológica;

5- Desenvolvimento integral “sem a ditadura do mercado capitalista”;

6- Soberania financeira;

7- Nacionalização e industrialização dos recursos naturais;

8- Soberania alimentar;

9- Defesa do meio ambiente, “respeitando os direitos da Mãe Terra”;

10- Integração soberana da América Latina;

11- Transparência na gestão pública com base nos princípios de “não roubar, não mentir e não ser frouxo”;

12- Desenvolvimento e desfrute da cultura boliviana;

13- Reencontro com “a nossa alegria, felicidade, prosperidade e nosso mar”.



Fonte: Blog do Miro

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Bolívia lança vídeo turístico. Bolívia te espera.

O governo da Bolívia lançou uma campanha turística com um vídeo contendo imagens de seus atrativos naturais, a campanha é denominada "Bolívia te espera".
tenho um carinho muito especial pela Bolívia, por sua cultura, por sua natureza, por seu povo, por suas tradições, enfim é um país que eu gosto muito, não vejo a hora de ter uma nova oportunidade de conhecer um pouco mais da querida Bolívia.


Confira o vídeo:

domingo, 24 de junho de 2012

WEBGUERRILLERO EM PORTUGUÊS: Evo Morales adverte sobre intenções de um golpe de estado na Bolívia




Pretendem atacar ao Palácio do Governo, enfrentamento dos policiais rebeldes com as Forças Armadas, assassinar ao ministro do Governo, Carlos Romero, comentou o mandatário boliviano.

O presidente Evo Morales advertiu hoje sobre uma conspiração para perpetuar um golpe de estado na Bolívia tomando como escudo o amotinamento de policiais de baixa graduação iniciado Quinta-Feira passada. Em um discurso na localidade de Corocoro, Morales revelou que por trás do amotinamento por aumento salarial, se escondem outros interesses.
Revelou que por informações da inteligência se descobriram outros planos, entre elos o de um golpe de Estado.
Eles pretendem atacar ao Palácio do Governo, criar um enfrentamento dos policias rebeldes com as Forças Armadas, assassinar ao monstro do Governo, Carlos Romero, comentou o mandatário.
Morales enfatizou que interesses políticos se movem detrás dos protestos por aumentos salariais.
O chefe de estado criticou a posição de alguns agentes, os quais queimaram colchões, documentos ou computadores.
Não posso entender como os opositores não rechaçam estas atitudes, mas é compreensível, porque com certeza estão por trás de tudo isto. Nós temos captado mensagens, porque como governo não somos tolos, e temos detectado que se comunicam, que planificam ações, comento Morales.
O presidente explicou que se detectaram incitações para atacar regimentos das Forças Armadas e ao Governo com bombas Molotov, ainda preparar um golpe de Estado.
A Bolívia vive uma situação tensa desde que Quinta-Feira passada um grupo de policiais se amotinou para solicitar um aumento salarial. A situação provocou atos de vandalismo com danos em várias instituições do setor.
Na madrugada anterior se assinou um acordo entre o governo e os amotinados, mas mesmo assim muitos dos integrantes do corpo policial não reconheceram o acordo.



PUBLICADO EM : WEBGUERRILLERO

sábado, 28 de janeiro de 2012

Astro de Chaves ganha homenagem na Bolívia por 40 anos de carreira


Mais de dois mil bolivianos homenagearam neste sábado (28) o comediante mexicano Roberto Gómez Bolaños, o Chespirito, intérprete do Chaves e do Chapolin, com um festival de dança dedicado a seus 40 anos de carreira, como parte dos tributos que acontecerão em vários países da América Latina.

Crianças, jovens e inclusive adultos disfarçados com os populares personagens do humorista fizeram durante várias horas uma coreografia em massa na praça San Francisco, em La Paz, em um ato organizado pelo canal Bolivisión.

O local ficou lotado de imitadores de Chaves, Chapolin", Quico, Chiquinha, Dona Florinda, Professor Girafales, Doutor Chapatin e Bruxa do 71, entre outros.

A chefe de marketing da emissora, Paola Jordán, disse à Agência Efe que a Bolívia é o primeiro país onde é feita a coreografia para devolver a Chespirito o carinho que ele concedeu aos latino-americanos durante 40 anos de televisão.

A homenagem, denominada América Celebra Chespirito, será realizada em 17 países, entre eles Argentina, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Equador, Estados Unidos, México, Peru e Nicarágua.

As celebrações na Bolívia incluem concursos para escolher os melhores imitadores do Chaves e descobrir histórias reais parecidas com as do personagem televisivo.



Fonte: Portal R7



segunda-feira, 12 de setembro de 2011

***IMAGENS: SUDAMÉRICA***--> Motorista de taxi cai em fenda na Bolivia



Um motorista de taxi perdeu o controle e foi parar em uma fenda montanhosa na estrada que liga a capital La Paz a El Alto na Bolívia, 3 pessoas morreram e 3 ficaram feridas.
A estrada onde o acidente ocorreu é ingrime e bastante sinuosa já que a cidade de La Paz se localiza dentro de uma espécie de vale. Eu tive o prazer de conhecer esta cidade e passar nesta mesma estrada. As estradas da Bolivia são conhecidas por suas curvas acentuadas e por suas ladeiras. Na Bolívia esta uma das mais perigosas estradas do mundo, é a estrada que liga a cidade de La Paz a Coroico, muito procurada por aventureiros, principalmente os que curtem Downhill e gostam de muita adrenalina.


Bombeiros fazem resgate em fenda



Multidão de curiosos fazem fila para ver o acidente


sábado, 30 de julho de 2011

***COMPORTAMENTO: SUDAMÉRICA: Bolívia da exemplo, com legislação em prol da Mãe Terra (Pachamama)





Lei a favor da Mãe Terra: Bolívia mais uma vez dá exemplo ao resto do mundo



A Bolívia está em vias da aprovar a primeira legislação mundial dando à natureza direitos iguais aos dos humanos. A Lei da Mãe Terra, que conta com apoio de políticos e grupos sociais, é uma enorme redefinição de direitos. Ela qualifica os ricos depósitos minerais do país como "bençãos", e se espera que promova uma mudança importante na conservação e em medidas sociais para a redução da poluição e controle da indústria, em um país que tem sido há anos destruído por conta de seus recursos.
A Lei da Mãe Terra vai estabelecer 11 direitos para a natureza, incluindo o direito à vida, o direito da continuação de ciclos e processos vitais livres de alteração humana, o direito a água e ar limpos, o direito ao equilíbrio, e o direito de não ter estruturas celulares modificadas ou alteradas geneticamente.

Ela também vai assegurar o direito de o país "não ser afetado por megaestruturas e projetos de desenvolvimento que afetem o equilíbrio de ecossistemas e as comunidades locais".

Esta mudança significa a ressurgência da visão de um mundo indígena, andino, que coloca a deusa da Terra e do ambiente, Pachamama, no centro de toda a vida. Esta visão considera iguais os direitos humanos
e de todas as outras entidades. A Bolivia sofre há tempos sérios problema ambientais com a mineração de alumínio, prata, ouro e outras matérias primas.

Em uma entrevista, o ministro das Relações Exteriores da Bolívia e especialista em cosmovisão andina, David Choquehuanca, explica os principais detalhes desta proposta que situa a vida e a natureza como eixos centrais.

"Queremos voltar a Viver Bem, o que significa que agora começamos a valorizar a nossa história, a nossa música, a nossa vestimenta, a nossa cultura, o nosso idioma, os nossos recursos naturais, e, depois de valorizar, decidimos recuperar tudo o que é nosso, voltar a ser o que éramos”.

O artigo 8 da CPE estabelece que: “O Estado assume e promove como princípios ético-morais da sociedade plural: ama qhilla, ama llulla, ama suwa (não sejas preguiçoso, não sejas mentiroso nem ladrão), suma qamaña (viver bem), ñandereko (vida harmoniosa), teko kavi (vida boa), ivi maraei (terra sem males) y qhapaj ñan (caminho ou vida nobre).

O Chanceler marcou distância com o socialismo e mais ainda com o capitalismo. O primeiro busca satisfazer as necessidades humanas e para o capitalismo o mais importante é o dinheiro e a mais-valia.

De acordo com David Choquehuanca, o Viver Bem é um processo que está apenas começando e que pouco a pouco irá se massificando.

“Para os que pertencem à cultura da vida, o mais importante não é o dinheiro nem o ouro, nem o ser humano, porque ele está em último lugar. O mais importante são os rios, o ar, as montanhas, as estrelas, as formigas, as borboletas (...) O ser humano está em último lugar, para nós o mais importante é a vida”.





Estas são as características que pouco a pouco serão implementadas no novo Estado Plurinacional da Bolívia:

Priorizar a vida
Viver Bem é buscar a vivência em comunidade, onde todos os integrantes se preocupam com todos.
O mais importante não é o ser humano (como afirma o socialismo) nem o dinheiro (como postula o capitalismo), mas a vida. Pretende-se buscar uma vida mais simples. Que seja o caminho da harmonia com a natureza e a vida, com o objetivo de salvar o planeta e dar a prioridade à humanidade.

Respeitar a mulher
Viver Bem é respeitar a mulher, porque ela representa a Pachamama, que é a Mãe Terra que tem a capacidade de dar vida e de cuidar de todos os seus frutos.
Por estas razões, dentro das comunidades, a mulher é valorizada e está presente em todas as atividades orientadas à vida, à criação, à educação e à revitalização da cultura. Os moradores das comunidades indígenas valorizam a mulher como base da organização social, porque transmitem aos seus filhos os saberes de sua cultura.

Viver Bem e NÃO melhor
Viver Bem é diferente de viver melhor, o que se relaciona com o capitalismo.
Para a nova doutrina do Estado Plurinacional, viver melhor se traduz em egoísmo, desinteresse pelos outros, individualismo e pensar somente no lucro. Considera que a doutrina capitalista impulsiona a exploração das pessoas para a concentração de riquezas em poucas mãos, ao passo que o Viver Bem aponta para uma vida simples, que mantém uma produção equilibrada.

Respeitar as diferenças
Viver Bem é respeitar o outro, saber escutar todo aquele que deseja falar, sem discriminação ou qualquer tipo de submissão.
Não se postula a tolerância, mas o respeito, já que, mesmo que cada cultura ou região tenha uma forma diferente de pensar, para viver bem e em harmonia é necessário respeitar essas diferenças. Esta doutrina inclui todos os seres que habitam o planeta, como os animais e as plantas.

Escutar os anciãos
Viver Bem é ler as rugas dos avós para poder retomar o caminho.
O Chanceler destaca que uma das principais fontes de aprendizagem são os anciãos das comunidades, que guardam histórias e costumes que com o passar dos anos vão se perdendo. “Nossos avós são bibliotecas ambulantes, assim que devemos aprender com eles”, menciona. Portanto, os anciãos são respeitados e consultados nas comunidades indígenas do país.

Viver em complementaridade
Viver Bem é priorizar a complementaridade, que postula que todos os seres que vivem no planeta se complementam uns com os outros.
Nas comunidades, a criança se complementa com o avô, o homem com a mulher, etc. Um exemplo colocado pelo Chancelerespecifica que o homem não deve matar as plantas, porque elas complementam a sua existência e ajudam para que sobreviva.

Aproveitar a água
Viver Bem é distribuir racionalmente a água e aproveitá-la de maneira correta.
O Ministro das Relações Exteriores comenta que a água é o leite dos seres que habitam o planeta. “Temos muitas coisas, recursos
naturais, água e, por exemplo, a França não tem a quantidade de água nem a quantidade de terra que há em nosso país, mas vemos que não há nenhum Movimento Sem Terra, assim que devemos valorizar o que temos e preservá-lo o melhor possível, isso é Viver Bem”.

Equilíbrio com a natureza
Viver Bem é levar uma vida equilibrada com todos os seres dentro de uma comunidade.
Assim como a democracia, a justiça também é considerada excludente, de acordo com o chanceler David Choquehuanca, porque só leva em conta as pessoas dentro de uma comunidade e não o que é mais importante: a vida e a harmonia do ser humano com a natureza. É por isso que Viver Bem aspira a ter uma sociedade com equidade e sem exclusão.

Priorizar direitos cósmicos
Viver Bem é dar prioridade aos direitos cósmicos antes que aos Direitos Humanos.
Quando o Governo fala de mudança climática, também se refere aos direitos cósmicos, garante o Ministro das Relações Exteriores. “Por isso, o Presidente (Evo Morales) diz que vai ser mais importante falar sobre os direitos da Mãe Terra do que falar sobre os direitos humanos”.

Saber comer
Viver Bem é saber alimentar-se, saber combinar os alimentos adequados a partir das estações do ano (alimentos de acordo com a época).
O ministro das Relações Exteriores, David Choquehuanca, explica que esta consigna deve se reger com base na prática dos ancestrais que se alimentam com um determinado produto durante toda a estação. Comenta que alimentar-se bem garante boa saúde.

Saber beber
Viver Bem é saber beber álcool com moderação.
Nas comunidades indígenas cada festa tem um significado e o álcool está presente na celebração, mas é consumido sem exageros ou ofender alguém. “Temos que saber beber; em nossas comunidades tínhamos verdadeiras festas que estavam relacionadas com as estações do ano. Não é ir a uma cantina e se envenenar com cerveja e matar os neurônios”.

Saber dançar
Viver Bem é saber dançar, não simplesmente saber bailar.
A dança se relaciona com alguns fatos concretos, como a colheita ou o plantio. As comunidades continuam honrando com dança e música a Pachamama, principalmente em épocas agrícolas; entretanto, nas cidades as danças originárias são consideradas expressões folclóricas. Na nova doutrina se renovará o verdadeiro significado do dançar.

Saber trabalhar
Viver Bem é considerar o trabalho como festa.
“O trabalho para nós é felicidade”, disse o chanceler David Choquehuanca, que recalca que ao contrário do capitalismo onde se paga para trabalhar, no novo modelo do Estado Plurinacional, se retoma o pensamento ancestral de considerar o trabalho como festa. É uma arma de crescimento, é por isso que nas culturas indígenas se trabalha desde pequeno.

Retomar o Abya Yala
Viver bem é promover a união de todos os povos em uma grande família.
Para o Chanceler, isto implica em que todas as regiões do país se reconstituam no que ancestralmente se considerou como uma grande comunidade. “Isto tem que se estender a todos os países. É por isso que vemos bons sinais de presidentes que estão na tarefa de unir todos os povos e voltar a ser o Abya Yala que fomos”.




Reincorporar a agricultura
Viver Bem é reincorporar a agricultura às comunidades.
Parte desta doutrina do novo Estado Plurinacional é recuperar as formas de vivência em comunidade, como o trabalho na terra, cultivando produtos para cobrir as necessidades básicas para a subsistência. Neste ponto se fará a devolução de terras às comunidades, de maneira que se produzam as economias locais.

Saber se comunicar
Viver Bem é saber se comunicar.
No novo Estado Pluninacional se pretende retomar a comunicação que existia nas comunidades ancestrais.
O diálogo é o resultado desta boa comunicação mencionada pelo Chanceler. “Temos que nos comunicar como antes os nossos pais o faziam, e resolviam os problemas sem que se apresentassem conflitos, não temos que perder isso”.

O Viver Bem não é “viver melhor”, como propõe o capitalismo
Entre os preceitos estabelecidos pelo novo modelo do Estado Plurinacional, figuram o controle social, a reciprocidade e o respeito à mulher e ao idoso.

Controle social
Viver Bem é realizar um controle obrigatório entre os habitantes de uma comunidade.
“Este controle é diferente do proposto pela Participação Popular, que foi rechaçado (por algumas comunidades) porque reduz a verdadeira participação das pessoas”, disse o chanceler Choquehuanca. Nos tempos ancestrais, “todos se encarregavam de controlar as funções que suas principais autoridades realizavam”.

Trabalhar em reciprocidade
Viver Bem é retomar a reciprocidade do trabalho nas comunidades.
Nos povos indígenas esta prática se denomina ayni, que não é mais do que devolver em trabalho a ajuda prestada por uma família em uma atividade agrícola, como o plantio ou a colheita. “É mais um dos princípios ou códigos que garantirão o equilíbrio nas grandes secas”, explica o Ministro das Relações Exteriores.

Não roubar e não mentir
Viver Bem é basear-se no ama suwa e ama qhilla (não roubar e não mentir, em quéchua).
É um dos preceitos que também estão incluídos na nova Constituição Política do Estado e que o Presidente prometeu respeitar. Do mesmo modo, para o Chanceler é fundamental que dentro das comunidades se respeitem estes princípios para conseguir o bem-estar e confiança em seus habitantes. “Todos são códigos que devem ser seguidos para que consigamos viver bem no futuro”.

Proteger as sementes
Viver Bem é proteger e guardar as sementes para que no futuro se evite o uso de produtos transgênicos.
O livro Viver Bem, como resposta à crise global, da Chancelaria da Bolívia, especifica que uma das características deste novo modelo é preservar a riqueza agrícola ancestral com a criação de bancos de sementes que evitem a utilização de transgênicos para incrementar a produtividade, porque se diz que esta mistura com químicos prejudica e acaba com as sementes milenares.

Recuperar recursos
Viver Bem é recuperar a riqueza natural do país e permitir que todos se beneficiem desta de maneira equilibrada e equitativa.
A finalidade da doutrina do Viver Bem também é a de nacionalizar e recuperar as empresas estratégicas do país no marco do equilíbrio e da convivência entre o ser humano e a natureza em contraposição à exploração irracional dos recursos naturais. “Deve-se, sobretudo, priorizar a natureza”, acrescentou o Chanceler.

Exercer a soberania
Viver Bem é construir, a partir das comunidades, o exercício da soberania no país.
Isto significa, segundo o livro Viver Bem, como resposta à crise global, que se chegará a uma soberania por meio do consenso comunal que defina e construa a unidade e a responsabilidade a favor do bem comum, sem que nada falte. Nesse marco, se reconstruirão as comunidades e nações para construir uma sociedade soberana que será administrada em harmonia com o indivíduo, a natureza e o cosmos.



Recebi este texto por email ... vindo do blog de caroldaemon

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

***COMPORTAMENTO: CULTURA: Bolívia lança bebida energética à base de folha de coca


Presidente Evo Morales quer descriminalizar o uso do vegetal e faz consulta à ONU

Evo em ritual andino com folhas de coca


Com o apoio do presidente Evo Morales, empresários bolivianos lançaram nesta quarta-feira (19) uma bebida energética elaborada com folhas de coca, em uma nova tentativa de esvaziar a investida do governo dos Estados Unidos para retirar a planta da lista de substâncias entorpecentes.

A apresentação da bebida Coca Brynco ocorreu faltando apenas duas semanas para a conclusão do processo de consulta solicitado por Evo junto à ONU (Organização das Nações Unidas) para descriminalizar o uso tradicional da coca.

A planta, que é sagrada para a comunidade indígena boliviana e usada pela população em infusão medicinal, mastigação e cerimônias religiosas andinas, é a principal matéria-prima para a elaboração da cocaína.

A defesa também foi feita, durante o lançamento, pela ministra de Desenvolvimento Rural, Nemesia Achacollo.

- Com este produto, queremos reafirmar que a folha de coca é saudável e queremos informar no âmbito internacional que esta folha é sagrada e não daninha. Devemos defender que nossa coca não é droga.

EUA é contra descriminalização

O gerente de produção da empresa que fabrica Coca Brynco, Johnny Vargas, disse que o grupo investiu R$ 1,68 milhão (US$ 1 milhão) na nova indústria. A capacidade de produção é de 5.000 litros diários da bebida.

A Bolívia é o terceiro produtor mundial de folhas de coca, depois da Colômbia e do Peru. Praticamente toda a população indígena vive do trabalho nas lavouras. Quando foi eleito presidente, em 2005, Morales assumiu o compromisso de lutar pela descriminalização da planta.

Mas a diplomacia americana se opõe e prepara uma apresentação, junto à ONU, contra a iniciativa de Morales de terminar com a proibição do cultivo e uso das folhas de coca.

O governo dos EUA argumenta que, se o plantio for liberado, abrirá um precedente para que qualquer outro país tente excluir alguma das 119 substâncias classificadas como narcóticos.

A Casa Branca considera que isso seria perigoso e atentaria contra os esforços mundiais de combate ao uso de drogas. As autoridades brasileiras também se preocupam com as plantações de coca na Bolívia. A Polícia Federal estima que 80% da pasta de cocaína que entra no Brasil seja de origem boliviana.


Fonte: R7.com

quinta-feira, 1 de julho de 2010

***INFORMAÇÃO: MUNDO***-->A guerra secreta contra a Bolívia.


Olá meus amigos, Já que recentemente voltei da Bolívia e faz poucos dias que fiz um post sobre aquele país, não posso deixar de trazer ao conhecimento de vocês um texto que encontrei em um blog chamado Lambaritalia que está relacionado com que postei recentemente, este texto diz uma coisa que eu já estou cansado de saber sobre os Yankess e seu jogo sujo, mas tenho certeza que a maioria das pessoas desconhece e nem imagine que aconteça, peço a todos, que leiam o texto... abraço!




ALAI AMLATINA, 16/06/2010.- No princípio do mês, o presidente Evo Morales voltou a denunciar a Agência para o Desenvolvimento Internacional dos Estados Unidos (USAID) e a acusá-la de infiltrar-se nos movimentos sociais, com a finalidade de provocar conflitos ao governo e desestabilizá-lo. Além disso, o presidente advertiu que aqueles que persistirem nessas atividades, serão expulsos do país.
Tarefa impossível para Morales. A USAID jamais será moderada. Ela é uma entidade que faz parte do plano de domínio de exercício do imperialismo norte-americano na América Latina, África e Ásia. É parte da engrenagem de uma elaborada estratégia do capital monopólico destinado a cooperar no incremento dos interesses do império.
Esta maquinaria foi montada depois da segunda guerra mundial e está constituída pela USAID, Aliança para o Progresso (CIAP), substituída logo pela Fundação Interamericana (IAF), pelo Banco de Importações e Exportações (Eximbank), Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Fundo Monetário Internacional (FMI), Banco Internacional de Reconstrução e Fomento ou Banco Mundial (BM), Organização para o Fomento de Inversões na América Latina (Adela) e seus outros braços financeiros.
A USAID iniciou suas atividades sob o governo de Harry S. Truman, em 1946, e desde então, distribuiu mais de 200 mil milhões de dólares em “ajudas” militares e econômicas aos países onde exerce seu domínio, protegendo seus interesses. Quanto a Bolívia deve a este órgão? Este é um dado que devemos conhecer.
A USAID utiliza, pelos menos, quatro tipos de programas. São eles: Empréstimos para o Desenvolvimento, Programas de Ajuda Técnica, Fundos para Emergências e o Programa de Apoio Militar-Político. Este último é parte de um vasto aparato de espionagem e intervenção norte-americana.
O Programa de Apoio Militar-Político é a razão de sua existência, pois está destinado a frear e destruir os movimentos revolucionários na América Latina. Para ele, foi elaborado um manual repressivo confidencial, revelado na Bolívia pelo desaparecido jornal “Hoy”, em sua edição de 23 de novembro de 1978.
A USAID atua de maneira direta entre a agência e o governo do país onde atua e, de maneira indireta, através das empresas monopólicas, seguindo objetivos econômico-políticos prefixados. Este órgão disponibiliza dinheiro para os investidores ianques. Investe diretamente para alcançar influência.
O pedido de moderação feito pelo presidente Morales, não será cumprido nunca, pois a USAID foi organizada para isso: para conspirar e derrubar governos revolucionários. Agora terá mais ajuda, pois o Presidente Barack Obama acaba de aprovar novos programas de “guerra secreta” e “operações especiais” a nível mundial. Bolívia e Venezuela se encontram na mira.
Obama é pior que Bush
Uma investigação publicada pelo periódico Washington Post, assinala que Barack Obama acaba de autorizar a expansão da guerra secreta contra grupos radicais, aumentando o orçamento necessário.
De acordo com o Post, as operações especiais se realizam em 75 países, com a assistência de 13 mil efetivos militares e civis, especialistas em operações de inteligência, guerra psicológica, assassinato seletivo, missões de treinamento, ações clandestinas e outros.
A jornalista venezuelana-norte-americana, Eva Golinger, aponta em um dos recentes artigos, que o investigador Jeremy Scahill descobriu que a administração de Barack Obama enviou equipes-elite de forças especiais, sob o Comando de Operações Especiais Conjuntas, ao Irã, à Geórgia, à Ucrânia e, também, à Bolívia, Paraguai, Equador e Peru.
O chanceler Choquehuanca negocia a reabertura das relações diplomáticas com os Estados Unidos. No entanto, como se pode comprovar, nem o governo de Obama e nem a USAID modificarão suas políticas. Nessas condições, não seria melhor adiar a criação de uma embaixada dos Estados Unidos na Bolívia?
Os planos norte-americanos para desestabilizar governos existem em vários lugares. Já estão prontos. Washington só espera o momento para ativá-los. O artigo de Golinger faz referência a um alto militar do Pentágono, que afirmou que Obama está permitindo muitas das ações, estratégias e operações que não foram autorizadas durante George W. Bush.
Mais dinheiro para desestabilizar
Haverá dinheiro de sobra para conspirar e financiar os órgãos, tais como “La Torre”, em nosso país. Há dois anos, quase derrubaram Morales com um levante, na época denominado de “golpe cívico-provincial”, coordenado pelo então embaixador Philip Goldberg, oportunamente expulso.
Obama acabou de solicitar um aumento de 5,7% destinado ao orçamento das Operações Especiais do ano de 2011. Pediu US$ 6,3 mil milhões de dólares, além dos US$ 3,5 mil milhões adicionais, para as operações clandestinas de contingência. Para 2011, o total do orçamento para defesa chega a US$ 872 mil milhões de dólares, sendo US$ 75 mil milhões para a comunidade de inteligência. Dinheiro existe de sobra.
Ao começar o ano de 2009, o Presidente Obama assinou a “Doutrina de Guerra Irregular”, priorizando-a sobre a guerra convencional. Na “Guerra Irregular, o campo de batalha não possui limites, pois as táticas e estratégias não são tradicionais. A subversão e o uso de forças especiais para operações clandestinas são as principais técnicas para desestabilizar o adversário “de dentro para fora”.
Para realizar estas tarefas, as agências como USAID, a National Endowment for Democracy (NED) e a Freedom House, servirão para canalizar dinheiro em prol dos atores que se promovem em Washington. A “sociedade civil” e os movimentos sociais são penetrados nos países onde, supostamente, os interesses imperiais podem ser afetados.
Golinger diz em seu artigo que uma fonte das forças especiais norte-americanas comentou: “já não temos que trabalhar nas embaixadas e nem temos que coordenar com o Departamento de Estado. Podemos operar onde queremos”.
Este ano, a Venezuela está a ponto de ser classificada como “Estado terrorista”, porém Washington a tirou da lista para não prejudicar a venda de petróleo aos Estados Unidos. Não é de se espantar que estejam surgindo acusações sobre a Bolívia nos setores opositores. Tais acusações se referem a um pretenso aumento do narcotráfico. O governo também tem que levar em conta esses porta-vozes do imperialismo, cujo objetivo é promover uma mudança no regime.
Guerra avisada, não mata mouros, diz o refrão. Contudo, é necessário estar preparado ante as ações que são efetivadas pelas ONG's da USAID. No próximo ano terão mais orçamento para corromper aqueles que sempre estão dispostos a vender-se.
26 Junho 2010
Classificado em América Latina - Bolívia
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Tradução: Maria Fernanda M. Scelza


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