" A mi no me ofende que por hablar mucho me llamen loco, Tú dices poco porque sabes poco!"
Calle 13
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quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

CUBA e EUA iniciam reaproximação, após os EUA reconhecerem derrota e fracasso do embargo.

Após cinco décadas de um cruel bloqueio contra a ilha de Cuba, o presidente dos EUA reconhece o fracasso do embargo econômico que perdura té hoje e inicia um processo de reaproximação de relações.

Obama e Raul Castro fizeram declarações simultâneas sobre a volta dos diálogos. O presidente dos EUA assumiu a derrota quando disse  "Poremos fim a uma abordagem antiquada que, por décadas, fracassou em avançar nossos interesses, e começaremos, em vez disso, a normalizar as relações entre os dois países" Obama reconheceu ainda que o embargo imposto não funcionou, apesar de pejudicar a vida de milhares de cubanos - "Esses 50 anos mostraram que o isolamento não funcionou. É tempo de uma nova abordagem."

Por outro lado Raul Castro, exaltou a garra e soberania cubana que nunca foram rompidas, mesmo com um embargo genocida "O heroico povo cubano demostrou, frente a grandes perigos, agressões, adversidades e sacrifícios, que é e será fiel a nossos ideais de independência e justiça social".

O prisioneiro americano Alan Gross (acima) foi libertado por Cuba, em troca dos três anti-terroristas cubanos presos na Flórida por espionagem.  Entre as medidas de reaproximação anunciadas, estão a abertura de uma embaixada dos EUA em Havana, o aumento das relações comerciais e das remessas que podem ser enviadas a Cuba, mais facilidades para viagens à ilha e a libertação, por parte de Cuba, de 53 prisioneiros. O embargo sobre Cuba, no entanto, é mantido, já que seu fim depende de aprovação do Congresso americano.

Cuba sai de cabeça erguida, já que não cedeu jamais! Apesar de todas as dificuldades impostas pelo bloqueio genocida, Cuba se manteve valente e guerreira! Hasta la Victória Siempre!!!

Data histórica para a humanidade!

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Quinta Rock - Ska-p - Intifadas

Depois de muito tempo hoje rola Quinta Rock aqui no Loco Mundo.
Trago esta canção em um momento super oportuno... Estamos vendo um genocídio em Gaza, onde o exercito sionista massacra o povo palestino sem que ninguém possa fazer nada. O mundo todo repudia as ações destes caras, mas a maior parte da imprensa que é controlada justamente por eles, não mostra a realidade e até distorce as informações... Isso não é uma guerra, isso é um Massacre!!!

BANDA: Ska-p
GÊNERO: Ska Punk
PAÍS: Espanha
MÚSICA: Intifada
WEB: http://ska-p.com/






Letra:

Seis miliones de judios aniquilados de la forma mas crual
Un genocido imperialista por ejercitos fascistas, de la historia hay que aprender
Las victunas se han convertido en los verdugos se vuelven del reves
Colonizando territorios Palestinos, de nuevo atentando a la sensatez

MUERTOS MUERTOS EN NOMBRE DE QUIEN ?
MUERTOS MUERTOS DE ISRAEL DE YAVE
MUERTOS MUERTOS EN NOMBRE DE QUIEN ?
MUERTOS MUERTOS DE ISRAEL DE YAVE

Que harias tu si te echaran de tu casa sin derecho a rechistar
Pisoreando tu cultura, sumergido en la locura por perder la dignidad
Palestina esta sufriendo en el exilio la opulencia de Israël
Por un govierno prepotente, preparado para la guerra, por tu ya sabes quien

MUERTOS MUERTOS EN NOMBRE DE QUIEN ?
MUERTOS MUERTOS DE ISRAEL DE YAVE
MUERTOS MUERTOS EN NOMBRE DE QUIEN ?
MUERTOS MUERTOS DE ISRAEL DE YAVE

Piedras contra balas una nueva intifada en Cisjordania, Gaza o Jerusalem

QUIEN PODIA IMAGINAR ?
QUE DAVID FUESE GOLIATH
QUIEN PODIA IMAGINAR ?
QUE DAVID FUESE GOLIATH

Intifada, Intifada
Intifada, liberacion

No cunfundas mi postura, soy ateo y no creo en ningun dios
No diferencio a las personas por su raza, su cultura o su mierda de religion
Solo cundeno el sufrimiento, la injustia y el abuso de poder
Palestina es sometida a la mas terca de las guerras, la opulencia de israël.

MUERTOS MUERTOS EN NOMBRE DE QUIEN ?
MUERTOS MUERTOS DE ISRAEL DE YAVE
MUERTOS MUERTOS EN NOMBRE DE QUIEN ?
MUERTOS MUERTOS DE ISRAEL DE YAVE

Piedras contra balas una nueva intifada en Cisjordania, Gaza o Jerusalem

QUIEN PODIA IMAGINAR ?
QUE DAVID FUESE GOLIATH
QUIEN PODIA IMAGINAR ?
QUE DAVID FUESE GOLIATH
(X2)

Link: http://www.vagalume.com.br/ska-p/intifada.html#ixzz39knYKRkQ

terça-feira, 7 de maio de 2013

Para os meus amigos brasileiros entenderem sobre a guerra civil na Síria. Por favor, compartilhem com os seus amigos


Em defesa da paz e da soberania da Síria
por Claudio Daniel (Notas) em Segunda, 8 de abril de 2013


"A República Árabe Síria é um país do Oriente Médio com 20 milhões de habitantes (estimativa de 2008), que faz fronteira com o Líbano e o Mar Vermelho a oeste, com a Jordânia ao sul, com o Iraque a leste, com a Turquia ao norte e com Israel no sudoeste. Sua capital, Damasco, é uma das cidades mais antigas do mundo. O estado é laico, e convivem no país diversas comunidades religiosas, como os cristãos, drusos, muçulmanos sunitas e xiitas. As mulheres sírias tem livre acesso à universidade, ao mercado de trabalho e à participação na vida política do país, em igualdade de condições com os homens, em contraste com o que acontece em países como o Catar e a Arábia Saudita, onde as mulheres são proibidas até de dirigir carros.

A Síria obteve a sua independência da França em 1946 e tornou-se um dos mais prósperos países árabes, com uma economia bastante diversificada, em que se destacam a agropecuária (25,9% do Produto Interno Bruto), a indústria (27,2%), o setor de serviços (46,0%) e o turismo. A Síria sempre apoiou o nacionalismo e o pan-arabismo, unindo-se ao Egito em 1958 para criar a República Árabe Unida (RAU) e participando de todas as campanhas militares contra a ocupação sionista promovida pelo Estado de Israel, perdendo o controle das colinas de Golan na Guerra dos Seis Dias, em 1967.

O país é governado desde 1963 pelo partido Baas, de orientação nacionalista e socialista, sendo o atual presidente Bashar Assad, que assumiu o seu primeiro mandato em 2000. Há diversos partidos políticos no país, como o Partido Comunista Sírio, o Partido da União Democrática Socialista, o Partido Sindicalista Socialista, o Partido Nacional Al-Ahd, entre outros, e em 2012 o Congresso votou uma nova Constituição para o país, que foi posteriormente submetida a referendo popular. No mesmo ano, foram realizadas eleições para os governos estaduais.

Em 2011, ocorreram protestos populares pacíficos contra medidas econômicas do governo, o que serviu de pretexto a grupos fundamentalistas islâmicos para iniciarem ações terroristas numa tentativa de desestabilizar o governo, tais como atentados a bomba em igrejas, mesquitas, supermercados e escritórios, assassinato de líderes religiosos, decapitação de soldados do exército sírio aprisionados e outras ações, insuflando uma guerra civil religiosa, com o objetivo de substituir o atual estado laico por um califado islâmico. Jihadistas de diversos países muçulmanos, como o Paquistão, o Marrocos e a Chechênia chegaram à Síria através da fronteira com a Turquia e formaram o chamado “Exército Livre Sírio”, que logo recebeu apoio financeiro, militar e logístico dos Estados Unidos e das monarquias do Golfo Pérsico, em especial o Catar e a Arábia Saudita.


Conforme matéria publicada no jornal O Estado de S. Paulo em 26 de março deste ano, foram realizados mais de 160 voos de carga militar para os “rebeldes” desde janeiro de 2012, incluindo armas de infantaria, artilharia e equipamentos de todo tipo. Ao mesmo tempo, os Estados Unidos e a Europa aprovaram severo embargo econômico contra o país árabe, numa tentativa de minar o apoio popular ao governo. A desmontagem de dezenas de fábricas sírias pelos “rebeldes”, transportadas em caminhões para a Turquia, é outra forma de sabotagem econômica. No campo político, a Liga Árabe, formada por países que em sua maioria são alinhados com os Estados Unidos, expulsaram a Síria da organização e aprovaram, em recente encontro de cúpula, o financiamento e a ajuda militar aos “rebeldes”, enquanto Israel, que já bombardeara um centro de pesquisas em território sírio, apelou para que a Liga Árabe invadisse a Síria, com a esperança de que a hipotética ação militar dos países do Golfo derrubasse o governo de Bashar Assad.

Uma ação militar estrangeira contra a Síria esbarra na oposição da Rússia, China, Irã e de países como o Brasil, a África do Sul e a Índia, que defendem uma solução pacífica negociada para o conflito. No final de 2012, Bashar Assad fez uma proposta de diálogo aos grupos de oposição dispostos a negociar. Ao mesmo tempo, surgem movimentos de solidariedade à Síria e contra as tentativas do sionismo e do imperialismo de destruir esse país árabe, como a recente passeata que aconteceu em São Paulo no dia 23 de março, que reuniu centenas de pessoas na Avenida Paulista, que foram manifestar o seu repúdio ao terrorismo dos grupos fundamentalistas e o seu apoio à paz e à soberania da Síria.

Por que o imperialismo quer destruir a Síria?
O imperialismo quer controlar a produção e distribuição de petróleo no Oriente Médio, as rotas marítimas, o comércio exterior e os pontos estratégicos na região, e para isso precisa eliminar os poucos governos soberanos e independentes que se opõem aos seus planos, como os do Líbano, do Irã e da Síria. Além disso, o enfraquecimento desses países ajuda Israel a manter a ocupação dos territórios palestinos. A Síria, única aliada árabe do Irã, sempre apoiou a causa palestina e também o Hezbollah, que resistiu à invasão sionista no Líbano.

Quantas pessoas morreram no conflito na Síria?
Não há dados confiáveis, mas os veículos de comunicação apontam entre 40 mil e 60 mil mortos desde o início do conflito, em 2011.

Quem é o “Exército Livre Sírio”?
O “Exército Livre Sírio” é formado por diversas organizações, sem uma estrutura unificada de comando, incluindo combatentes de diversos países muçulmanos (Paquistão, Arábia Saudita, Líbia, Marrocos, Chechênia etc.) que têm bases na Turquia. Muitos são fundamentalistas islâmicos ligados à Fraternidade Muçulmana, à Al-Qaeda e outras organizações. Seu objetivo é derrubar o governo de Bashar Assad e implantar um califado islâmico.


Bashar Assad é um ditador sanguinário que mata a própria população?
A mídia ocidental, formada por grandes empresas de comunicação que têm interesses econômicos e políticos alinhados aos Estados Unidos, retratam a realidade síria de forma distorcida, para conquistar apoio da opinião pública contra o governo de Bashar Assad e tentar justificar uma possível agressão militar a esse país. A mídia não informa que os grupos “rebeldes” realizam ações terroristas contra a população civil. O exército sírio combate militarmente esses grupos para defender a segurança da população e a soberania nacional.

O conflito na Síria pode levar a um conflito regional?
A Rússia e a China, que participam do Conselho de Segurança da ONU, são contrários a qualquer agressão militar contra a Síria, e a Rússia, que mantém bases militares nesse país, enviou recentemente uma esquadra para a região. Uma intervenção da OTAN na Síria, tal como aconteceu na Líbia, parece pouco provável. A estratégia inicial do imperialismo era insuflar uma guerra civil religiosa que levasse à queda de Assad e à divisão do país, mas até o momento os “rebeldes” estão longe de atingirem esse objetivo. Uma hipotética agressão da Turquia ou de Israel à Síria não está descartada, mas a aliança entre a Síria, o Irã e o Hezbollah poderia levar a um conflito regional. Os esforços diplomáticos de Rússia, China e dos BRICS são essenciais para uma solução negociada do conflito."

terça-feira, 30 de abril de 2013

Memórias... Yankess go home

Em 30 de abril de 1975, os últimos soldados dos EUA foram expulsos do Vietnã com a tomada do Palácio de Saigon, acabava a guerra do Vietnã e o poderoso exercito teve que pegar sua avançada tecnologia enfiar na bunda e sair com o rabinho entre as pernas!

sábado, 30 de março de 2013

Entrevista com o único representante da Coreia do Norte no ocidente


Aqui deixo uma entrevista com Alejandro Caos de Benós, representante da Coreia do Norte no exterior, é realmente recomendável para quem quer entender um pouco mais sobre a Coréia do Norte.
Entenda melhor a situação criada em torno da guerra na península e entenda quem é o real responsável pela guerra (EUA) mais uma vez

Porque das armas, porque do poder militar, como vive a população, como se defende das mentira estrangeiras, entenda como funciona o país, entenda mais sobre a guerra das Coreias, entenda o socialismo da Coreia (diferente da URSS e da China), entenda como funciona a mídia mundial, como vivem os norte coreanos, porque do isolamento, etc etc etc... Uma entrevista bastante interessante, com muitas coisas que, não é necessário nem ele falar, já que seu inimigo é nada mais nada menos que os EUA, mas são bem esclarecedoras e COM CERTEZA, mesmo com muitas explicações sobre tudo que acontece, VOCÊ JAMAIS IRÁ VER EM NENHUM PROGRAMA DE TELEVISÃO.





(Vídeo em espanhol)



"Desejamos a paz, mas nunca nos ajoelharemos para consegui-la"

"Coréia do Norte não será Iraque"

"É o momento que os EUA aprendam a respeitar outros países e outras culturas"

"90% das noticias que mostram os meios de comunicação são absolutamente mentiras"

"Qualquer pessoa pode vistar Coreia do Norte, que vão te dar tudo, que não te vão prender em uma cadeia,  são pessoas acolhedoras"



Fonte: RT Noticias



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sexta-feira, 29 de março de 2013

Mídia ocidental ‘prepara’ guerra contra a Coreia do Norte




As agências de notícia e os grandes jornais da Europa e dos EUA já fizeram isso quando inventaram fatos sobre Saddam Hussein antes de os norte-americanos invadirem o Iraque. A estratégia é difamar o adversário para ‘ganhar’ a opinião pública internacional. Na mídia, Kim Jong-um é retratado como um insano ‘Doctor Evil’ e o povo norte-coreano, como loucos que matam crianças para saciar a fome.





A cobertura da mídia ocidental das crescentes tensões na Península Coreana é como uma mistura entre um filme ruim de James Bond com um filme de terror barato sobre zumbis comedores de carne humana.

Seria engraçado se o perigo de guerra não fosse tão sério e iminente. A direção perturbadora que a cobertura da mídia ocidental segue é a de expor a Coréia do Norte - um país pobre e estéril - para um ataque militar total pela maior superpotência nuclear psicopata do mundo - os Estados Unidos.

Paradoxalmente, este perigo tem sido incitado por corporações de “notícias” que, pomposamente, clamam ser os bastiões do jornalismo independente, quando na realidade não são nada mais do que os progenitores do pior tipo de ficção barata.

Kim Jong-un, o jovem líder da Coréia do Norte que tomou o poder depois de seu pai, em 2011, vem sendo transmitido como um vilão insano, o qual a mídia ocidental assemelha a um ‘Doctor Evil’.

Dias atrás, relataram que Kim estava ameaçando uma “guerra nuclear” contra a Coréia do Sul e seu patrono, os Estados Unidos. Que demoníacos!

É pouco mencionado o fato de que Kim foi forçado a tomar esta posição de estabelecer uma defesa convicta de seu país, sob uma imensa pressão de uma possível agressão imperialista implacável. A República Popular Democrática da Coreia foi agredida com mais sanções conduzidas pelos EUA que visam ostracizar o país de qualquer contato internacional.

Isso é o equivalente ao confinamento de um prisioneiro numa solitária, sujeito a privações sensoriais. Mas isto é tortura de uma nação inteira deixando-a sem garantia de sobrevivência.

Sim, a Coreia do Norte conduziu um teste nuclear subterrâneo na metade de fevereiro.

Isso aconteceu depois que os EUA fecharam o cerco com ainda mais sanções; mas não só isso: depois de anos em que Washington se recusou a negociar uma solução para acabar com mais de seis décadas de embargos comerciais alijantes junto da sempre presente ameaça de aniquilação nuclear, depois da guerra de 1950-53 com seu vizinho do sul, apoiado pelos EUA.

Nenhum outro país foi ameaçado com um Armageddon nuclear tão frequentemente quanto a Coréia do Norte - e sempre pelos EUA - por mais de 60 anos.

A mídia ocidental colocou seus holofotes sobre o líder norte-coreano ordenando suas tropas se preparando para “varrer do mapa” uma ilha sul-coreana, transformando um posto avançado marítimo em um “mar de chamas.”

Vocês veem a insinuação aqui? Varrer do mapa uma ilha? Bem, Kim deve ser um insano megalomaníaco, certo?

A ilha em questão é o disputadíssimo território de Baengnyeong, que está de fato localizada fora do território norte-coreano, mas que os EUA forçaram a possessão pela Coreia do Sul depois da guerra de 1950-53. Desde então ela tem sido usada, provocativamente, como um posto de vigilância norte-americano e planejamento de ataques futuros contra a Coreia do Norte.

Sem dúvida que a ilha será usada durante as manobras de planejamento que simulam a invasão da Coreia do Norte, mas que o Washington eufemisticamente chama de “medidas defensivas.”

Condizente com a caricatura de arquivilão, fotógrafos e equipes de filmagem abundaram na mídia ocidental mostrando Kim Jong-un vestindo em um longo sobretudo preto e luvas pretas, olhando através de binóculos aparentemente em direção à Coreia do Sul e às forças norte-americanas, do outro lado da zona desmilitarizada do paralelo 38.

Caso o público ocidental não compre essa caricatura demoníaca de Dr. Evil, ainda há outro papel a ser incutido - o zumbi comedor de carne humana norte-coreano.

Nas últimas semanas, houve diversas histórias regurgitadas pela mesma mídia ocidental que noticiou os surtos de canibalismo entre as pessoas supostamente famintas da Coreia do Norte. Estas histórias de terror canibalesco e niilismo não foram impressas apenas nos tabloides sensacionalistas. Elas também foram destacadas em jornais de suposta qualidade, como o britânico ‘Sunday Times’ e o ‘Independent’, assim como em um dos americanos mais vendidos, o ‘The Washington Post’.

Essas histórias macabras começaram a circular na mídia ocidental no fim de janeiro - aproximadamente duas semanas antes dos testes nucleares subterrâneos conduzidos pela Coreia do Norte. Isso sugere que as alegações de comilança de carne humana são o trabalho de uma campanha de informações psicológicas ocidental com o objeto de dar tons pejorativos à crise atual.

Tudo isso dificulta nossa leitura. Não por causa dos detalhes macabros, mas porque estas histórias são tão obviamente tramadas e regurgitadas de maneira repetitiva por supostas agências de notícias. Os testemunhos do horror provêm todos de uma única fonte: um time de jornalistas de uma agência chamada ‘Asia Press’, com sede no Japão, que secreta e corajosamente entrou na Coreia do Norte e supostamente entrevistou vários fazendeiros anônimos e oficiais do Partido Comunista.

A mídia ocidental passou dos limites ao divulgar esses relatos horripilantes de canibalismo sem confirmação ou verificação.

Em uma versão publicada pelo ‘Britain’s Daily Mail’, a manchete diz: “Pais norte-coreanos comem seus filhos depois de ficarem loucos por causa da fome”.

É noticiado aos leitores do ‘Daily Mail’ como adultos famintos estão sequestrando e assassinando crianças. Um homem foi supostamente executado depois que sua esposa descobriu que ele havia matado sua filha e seu filho mais novos “enquanto ela estava fora tratando de negócios”; quando ela retornou à propriedade de sua família faminta, seu marido a cumprimentou com a notícia de boas vindas que “temos carne” para comer.

Em outro conto macabro, impresso como notícia séria, é dito que um homem idoso escavou as sepulturas de seus netos e comeu seus restos podres.

O que é verdadeiramente perturbador sobre estas reportagens é o fato de que não são somente sensacionalismo sórdido passado como reportagens merecedoras de crédito, transmitidas por agências de notícia supostamente sérias. Pior do que isso é o fato de que, aparentemente, muitas pessoas que leem ou assistem essas mídias no ocidente creem nesta propaganda. Confira alguns dos comentários dos leitores abaixo das histórias mencionadas nas mídias acima e você encontrará todo tipo de condenações à Coreia do Norte e sua “gente doente”.

Mas não é o povo da Coreia do Norte que é depravado: é a mídia ocidental e seus crédulos assinantes que favorecem este ódio de caráter assassino contra uma nação inteira.

A cobertura da mídia ocidental da Coreia do Norte relembra as histórias de bebês sendo roubados das incubadoras dos hospitais por soldados iraquianos no Kuwait, o que foi crucial para que a opinião pública apoiasse a guerra liderada pelos EUA no Iraque, em 1991. Mais de uma década depois, a mesma mídia divulgou histórias assombrosas de armas de destruição em massa, histórias estas que pavimentaram o caminho para o genocídio americano no Iraque de 2003 a 2012.

Essa mesma imprensa ocidental propagandista repete incessantemente relatos sobre “ambições nucleares sinistras dos iranianos” que servem para justificar o embargo comercial criminoso liderado pelos norte-americanos contra o Irã, o que pode resultar num ataque militar executado por forças norte-americanas e israelenses contra a República Islâmica.

Essa mesma mídia está agora fazendo o mesmo trabalho de choque contra a Coreia do Norte. Uma nação de zumbis comedores de carne humana liderada por uma personalidade cultuada pelo mal que quer explodir ilhas?

“Sim, vá em frente Chuck, exploda estes filhos da ****!”

O público ocidental está sendo levado como um rebanho a concordar com o comportamento depravado de um barbarismo militar - uma superpotência militar com uma tremenda vontade de destruir uma nação empobrecida que não ameaça ninguém.

Na verdade, a realidade do imperialismo ocidental é mais perversa e doente do que a ficção ocidental.


Tradução: Roberto Brilhante

Fonte: Carta Maior

sábado, 20 de outubro de 2012

Há 1 ano o ocidente assassinava Muammar Al Gaddafi



Passado 1 ano do assassinato do líder Líbio, Muammar Al Gaddafi, o blog Loco Mundo vem recordar tristemente este fato proporcionado pelos países ocidentais, liderados por EUA, França, e com participação de diversos outros cachorros de guerra e apoiado pela imprensa golpista mundial.
Gostaria que as pessoas soubessem um pouco mais sobre Gadaffi e por tudo que ele fez para o povo da Libia e pelo que estava tentando fazer com a Africa, talvez este o principal motivo de seu assassinato, de fato a ideia da unificação africana contra a exploração ocidental era inaceitável para os países ricos que já perderam (ou estão perdendo totalmente) as colonias na América. Infelizmente não foi possível e a pobre Africa segue sendo explorada.
Eu escrevi um pouco sobre ele, se alguém tiver um pouco de interesse podem saber um pouco mais lendo aqui...

Chamo a atenção para o que vem acontecendo na Líbia agora, onde partidários do mártir Gadaffi estão sendo exterminados, com destaque para a cidade de BaniWalid cidade que resiste heróicamente a invasão ocidental, com fachada de revolução, nesta cidade existem denuncias de um verdadeiro genocídio. Segundo informações,  NATO/ONU/ALCAIDA e outros grupos terroristas massacram a cidade que resiste heroicamente à invasao, esta sendo atacada com gazes tóxicos e outras armas de destruição de massa, o regime de ocupação determinou invasão militar da cidade.

Na internet existem correntes tentando ajudar ao povo Líbio que está sendo dizimado.

SE VOCE SE INDIGNAR COM ESSE GENOCÍDIO, DIVULGUE e PROTESTE. Endereços para escrever e protestar:
1) Embaixada do Brasil na Libia: brasemb.tripoli@itamaraty.gov.br
2) Embaixada da Líbia no Brasil: emblibia@terra.com.br
3) Secretario Geral da ONU Ban Ki-moon ecu@un.org
4) Presidenta Dilma https://sistema.planalto.gov.br/falepr2/index.phphttp://www.mathaba.net/news/?x=631744

Fonte: http://www.mathaba.net/news/?x=631800







domingo, 27 de maio de 2012

Não há bandeira grande o suficiente para cobrir a vergonha de matar pessoas inocentes


"Não há bandeira grande o suficiente para cobrir a vergonha de matar pessoas inocentes"

"No hay bandera lo suficientemente grande como para cubrir la vergüenza de matar gente inocente"

"There is no flag large enough to cover the shame of killing innocent people"


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