" A mi no me ofende que por hablar mucho me llamen loco, Tú dices poco porque sabes poco!"
Calle 13
quarta-feira, 8 de maio de 2013
terça-feira, 7 de maio de 2013
Para os meus amigos brasileiros entenderem sobre a guerra civil na Síria. Por favor, compartilhem com os seus amigos
Em defesa da paz e da soberania da Síria
por Claudio Daniel (Notas) em Segunda, 8 de abril de 2013
"A República Árabe Síria é um país do Oriente Médio com 20 milhões de habitantes (estimativa de 2008), que faz fronteira com o Líbano e o Mar Vermelho a oeste, com a Jordânia ao sul, com o Iraque a leste, com a Turquia ao norte e com Israel no sudoeste. Sua capital, Damasco, é uma das cidades mais antigas do mundo. O estado é laico, e convivem no país diversas comunidades religiosas, como os cristãos, drusos, muçulmanos sunitas e xiitas. As mulheres sírias tem livre acesso à universidade, ao mercado de trabalho e à participação na vida política do país, em igualdade de condições com os homens, em contraste com o que acontece em países como o Catar e a Arábia Saudita, onde as mulheres são proibidas até de dirigir carros.
A Síria obteve a sua independência da França em 1946 e tornou-se um dos mais prósperos países árabes, com uma economia bastante diversificada, em que se destacam a agropecuária (25,9% do Produto Interno Bruto), a indústria (27,2%), o setor de serviços (46,0%) e o turismo. A Síria sempre apoiou o nacionalismo e o pan-arabismo, unindo-se ao Egito em 1958 para criar a República Árabe Unida (RAU) e participando de todas as campanhas militares contra a ocupação sionista promovida pelo Estado de Israel, perdendo o controle das colinas de Golan na Guerra dos Seis Dias, em 1967.
O país é governado desde 1963 pelo partido Baas, de orientação nacionalista e socialista, sendo o atual presidente Bashar Assad, que assumiu o seu primeiro mandato em 2000. Há diversos partidos políticos no país, como o Partido Comunista Sírio, o Partido da União Democrática Socialista, o Partido Sindicalista Socialista, o Partido Nacional Al-Ahd, entre outros, e em 2012 o Congresso votou uma nova Constituição para o país, que foi posteriormente submetida a referendo popular. No mesmo ano, foram realizadas eleições para os governos estaduais.
Em 2011, ocorreram protestos populares pacíficos contra medidas econômicas do governo, o que serviu de pretexto a grupos fundamentalistas islâmicos para iniciarem ações terroristas numa tentativa de desestabilizar o governo, tais como atentados a bomba em igrejas, mesquitas, supermercados e escritórios, assassinato de líderes religiosos, decapitação de soldados do exército sírio aprisionados e outras ações, insuflando uma guerra civil religiosa, com o objetivo de substituir o atual estado laico por um califado islâmico. Jihadistas de diversos países muçulmanos, como o Paquistão, o Marrocos e a Chechênia chegaram à Síria através da fronteira com a Turquia e formaram o chamado “Exército Livre Sírio”, que logo recebeu apoio financeiro, militar e logístico dos Estados Unidos e das monarquias do Golfo Pérsico, em especial o Catar e a Arábia Saudita.
Conforme matéria publicada no jornal O Estado de S. Paulo em 26 de março deste ano, foram realizados mais de 160 voos de carga militar para os “rebeldes” desde janeiro de 2012, incluindo armas de infantaria, artilharia e equipamentos de todo tipo. Ao mesmo tempo, os Estados Unidos e a Europa aprovaram severo embargo econômico contra o país árabe, numa tentativa de minar o apoio popular ao governo. A desmontagem de dezenas de fábricas sírias pelos “rebeldes”, transportadas em caminhões para a Turquia, é outra forma de sabotagem econômica. No campo político, a Liga Árabe, formada por países que em sua maioria são alinhados com os Estados Unidos, expulsaram a Síria da organização e aprovaram, em recente encontro de cúpula, o financiamento e a ajuda militar aos “rebeldes”, enquanto Israel, que já bombardeara um centro de pesquisas em território sírio, apelou para que a Liga Árabe invadisse a Síria, com a esperança de que a hipotética ação militar dos países do Golfo derrubasse o governo de Bashar Assad.
Uma ação militar estrangeira contra a Síria esbarra na oposição da Rússia, China, Irã e de países como o Brasil, a África do Sul e a Índia, que defendem uma solução pacífica negociada para o conflito. No final de 2012, Bashar Assad fez uma proposta de diálogo aos grupos de oposição dispostos a negociar. Ao mesmo tempo, surgem movimentos de solidariedade à Síria e contra as tentativas do sionismo e do imperialismo de destruir esse país árabe, como a recente passeata que aconteceu em São Paulo no dia 23 de março, que reuniu centenas de pessoas na Avenida Paulista, que foram manifestar o seu repúdio ao terrorismo dos grupos fundamentalistas e o seu apoio à paz e à soberania da Síria.
Por que o imperialismo quer destruir a Síria?
O imperialismo quer controlar a produção e distribuição de petróleo no Oriente Médio, as rotas marítimas, o comércio exterior e os pontos estratégicos na região, e para isso precisa eliminar os poucos governos soberanos e independentes que se opõem aos seus planos, como os do Líbano, do Irã e da Síria. Além disso, o enfraquecimento desses países ajuda Israel a manter a ocupação dos territórios palestinos. A Síria, única aliada árabe do Irã, sempre apoiou a causa palestina e também o Hezbollah, que resistiu à invasão sionista no Líbano.
Quantas pessoas morreram no conflito na Síria?
Não há dados confiáveis, mas os veículos de comunicação apontam entre 40 mil e 60 mil mortos desde o início do conflito, em 2011.
Quem é o “Exército Livre Sírio”?
O “Exército Livre Sírio” é formado por diversas organizações, sem uma estrutura unificada de comando, incluindo combatentes de diversos países muçulmanos (Paquistão, Arábia Saudita, Líbia, Marrocos, Chechênia etc.) que têm bases na Turquia. Muitos são fundamentalistas islâmicos ligados à Fraternidade Muçulmana, à Al-Qaeda e outras organizações. Seu objetivo é derrubar o governo de Bashar Assad e implantar um califado islâmico.
Bashar Assad é um ditador sanguinário que mata a própria população?
A mídia ocidental, formada por grandes empresas de comunicação que têm interesses econômicos e políticos alinhados aos Estados Unidos, retratam a realidade síria de forma distorcida, para conquistar apoio da opinião pública contra o governo de Bashar Assad e tentar justificar uma possível agressão militar a esse país. A mídia não informa que os grupos “rebeldes” realizam ações terroristas contra a população civil. O exército sírio combate militarmente esses grupos para defender a segurança da população e a soberania nacional.
O conflito na Síria pode levar a um conflito regional?
A Rússia e a China, que participam do Conselho de Segurança da ONU, são contrários a qualquer agressão militar contra a Síria, e a Rússia, que mantém bases militares nesse país, enviou recentemente uma esquadra para a região. Uma intervenção da OTAN na Síria, tal como aconteceu na Líbia, parece pouco provável. A estratégia inicial do imperialismo era insuflar uma guerra civil religiosa que levasse à queda de Assad e à divisão do país, mas até o momento os “rebeldes” estão longe de atingirem esse objetivo. Uma hipotética agressão da Turquia ou de Israel à Síria não está descartada, mas a aliança entre a Síria, o Irã e o Hezbollah poderia levar a um conflito regional. Os esforços diplomáticos de Rússia, China e dos BRICS são essenciais para uma solução negociada do conflito."
segunda-feira, 6 de maio de 2013
Conheça Porto de Galinhas com seus amigos
O Brasil é um país que oferece as mais belas e divertidas paisagens para todos os tipos de turistas, desde os apaixonados pelo frio do sul, até aqueles aficionados pelo calor do nordeste. Essa variedade proporciona aos turistas a possibilidade de aproveitar e desfrutar de todos os benefícios dessa diversidade, além de relaxar a curtir um local diferenciado do habitual, saindo da rotina e fazendo com que os dias de férias e descanso sejam incríveis.
Porto de Galinhas é uma das tantas opções oferecidas para os turistas que estão viajando pelo Brasil. Essa praia está localizada na cidade de Ipojuca, em Pernambuco, num dos lugares mais privilegiados no quesito beleza e experiência, já que alguns dias nessa região é algo que fica na memória de qualquer pessoa. Além de toda beleza, a região oferece diversas atividades para grupos de amigos e famílias, com diversos pontos turísticos para visitar e práticas de esportes radicais para optar.
Existem diversas companhias aéreas que oferecem passagens para Porto de Galinhas, sendo que um pacote de viagens para o local está cada vez mais acessível e com diversas promoções e condições de pagamento durante todo o ano. Mas lembre-se, muitos dos pacotes de viagens não costumam agregar ao ser valor as aventuras radicais, refeições e passeios alternativos, ou seja, é necessário levar um dinheiro extra para essas atividades extras, pois só assim, você poderá realizar com seus amigos essa viagem em sua totalidade, fazendo desse momento uma viagem agradável, com tudo que tem de direito.
O turismo em Porto de Galinhas é focado, principalmente, nos jovens, pois existem diversas atividades que podem ser realizadas no local, entre elas o famoso passeio de jangada, que é tradicionalmente realizado nas piscinas naturais existentes em Porto de Galinhas, além de que, tradicionalmente, você poderá mergulhar no mar a certa altura do passeio, visualizando a riqueza natural e extraordinária que existe no local.
Outro passeio que poderá ser realizado pelo grupo de amigos que visita Porto de Galinhas é o conhecido passeio de buggy, que é realizado com um veículo especial, semelhante ao jipe, mas com a capacidade para passar pelas dunas de areia e praias. Esse passeio pode custar até R$180,00 para 4 pessoas que ficam com o carro durante 8h, tempo ideal para explorar as belezas da região.
Essas são algumas das opções que o turista encontra em Porto de Galinhas, uma das praias mais incríveis do Brasil. Se você ainda não foi, e está pensando em organizar sua viagem para lá, lembre-se que uma organização feita com antecedência é sinônimo de sucesso para a sua viagem, por isso, não deixe para a última hora e prepare seus roteiros, sua estadia e transporte. Divirta-se!
Parceria: Fala Turista
domingo, 5 de maio de 2013
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Quinta Rock - Slayer - Jeff Hannemam solos
Galera esta QUINTA ROCK de hoje, não é uma data legal, hoje perdemos Jeff Hannemam, guitarrista do Slayer, portanto o dia de rock de hoje é dedicado a ele!
BANDA: Slayer
PAÍS: Estados Unidos
MÚSICA: Solos de Jeff Hanneman
WEB: http://www.slayer.net/us/home
BANDA: Slayer
PAÍS: Estados Unidos
MÚSICA: Solos de Jeff Hanneman
WEB: http://www.slayer.net/us/home
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RIP mestre das guitarras pesadas!
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| Jeff Hanneman, um dos fundadores do Slayer. |
Um dos maiores guitarristas de todos os tempos nos deixou hoje, Jeffrey John "Jeff" Hanneman, guitarrista da banda SLayer, morreu às 11h desta quinta (2), em um hospital no sul da Califórnia vítima de uma insuficiência hepática.
Jeff que estava afastado da banda devido a uma doença degenerativa em sua pele (fasciite necrosante) segundo informações dadas pela banda anteriormente ele poderia ter o braço amputado.
No show que teve aqui em Curitiba, que eu fui, ele já não tinha tocado.
A banda anunciou o falecimento do músico nas redes sociais.
Slayer is devastated to inform that their bandmate and brother, Jeff Hanneman, passed away at about 11AM this morning near his Southern California home. Hanneman was in an area hospital when he suffered liver failure. He is survived by his wife Kathy, his sister Kathy and his brothers Michael and Larry, and will be sorely missed.
Our Brother Jeff Hanneman, May He Rest In Peace (1964 - 2013)
tradução:
"O Slayer está devastado em ter que informar que seu colega de banda e irmão, Jeff Hanneman, faleceu por volta de 11:00 desta manhã perto de sua casa no sul da Califórnia. Hanneman estava em um hospital da área quando sofreu insuficiência hepática. Ele deixa sua esposa, Kathy, sua irmã Kathy e seus irmãos Michael e Larry, e fará muita falta."
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quarta-feira, 1 de maio de 2013
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