" A mi no me ofende que por hablar mucho me llamen loco, Tú dices poco porque sabes poco!"
Calle 13
terça-feira, 14 de maio de 2013
domingo, 12 de maio de 2013
10 Idéias criativas utilizando materiais reciclados. Parte 3.
Galera, dando sequência ao primeiro e segundo post sobre este assunto, hoje mais uma vez venho trazer pra vocês algumas nobres ideias utilizando materiais recicláveis, vamos ver se consigo incentivar a reciclagem e a sustentabilidade nesse nosso planeta, porque estamos precisando e cada dia mais.
Shows - Dead Kennedys - California Uber Alles Tour 2013 - (resenha)
Depois de 11 anos, estava eu novamente frente a um palco com uma das maiores bandas Punk de todos os tempos, os DEAD KENNEDYS, sem Jello Biafra mais uma vez, mas...
O show aconteceu no dia 18/04/13 no Music Hall e teve a abertura da banda Fang, um som pesado e muito bom, mas que não animou o pouco público presente até o momento em que essa banda tocava, aliás o público não foi o que eu estava esperando, achei meio fraco, tanto na animação como na quantidade, em 2001 o show estava digamos "mais quente", desta vez não se via Punks com moicanos gigantes coloridos como em 2001( e também as loirinhas bonitinhas que foram ver a má escolhida banda de abertura daquela ocasião, aquela que saiu levando latada na cabeça) o que se via era uma mescla de tiozoes com uma rapaziada nova meio desconfiada, rsrs eu já estou na equipe dos tiozoes será? putz...
Pois bem, vamos ao show, logo depois da banda de abertura deixar o palco, 2 ou 3 Roadies deram uma ajeitadinha no palco e na bateria, e os senhores do Dead Kennedys deram as caras e entraram ao palco... eles mesmo foram preparar os instrumentos, afinação, ajustes e tals. Antes disso eu tinha visto o guitarrista East Bay Ray, perambulando por entre as pessoas, não sei se não o reconheceram ou sei lá, andou anonimo por entre todos e tive a impressão que ninguém viu ele.. eu, se estivesse com uma câmera ou celular algo assim iria registrar o momento ao lado dele sem dúvidas...
Tenho que fazer uma observação para a produção do show que contratou o DJ, vão toma no rabo, que merda eim, porque em um show do Dead Kennedys o cara fica colocando Reggae, Rap, sei la o que mais, é pra fuder né, da licença é pra desanimar o público mesmo né ..
Pois bem logo os Senhores deixaram o palco e em alguns momentos as luzes se enfraqueceram, o som horrível do intervalo se calou (não que eu odeie, mas definitivamente não era o momento pra "reggae night") e de repente eles estavam lá, Klaus Flouride nos baixos, East Bay Ray na guitarra, na bateria, o simpático, D.H. Peligro (que falou muito de Curitiba) e no vocal o novato Skip (Ron Greer) começando a noite venho com "Forward To Death" do primeiro álbum da banda, de 1980, entitulado Fresh Fruit for Rotting Vegetables (clássico do Punk Mundial), na sequência venho "Winnebago Warrior" do álbum de 1981, Plastic Surgery Disasters, então vieram os acordes inconfundíveis de "Police Truck" da coletanea de 1987, Give Me Convenience Or Give Me Death, e o público foi ao delírio.
A sequência trouxe "Buzzbomb", do álbum Plastic Surgery Disasters, "Let's Lynch The Landlord" (Fresh Fruit for Rotting Vegetables), "Jack-O-Rama", primeira da noite do albúm de 1985, chamado Frankenchrist, venho então as clássicas "Kill The Poor" (Fresh Fruit for Rotting Vegetables), e com uma introdução a lá reggae nigth (talvez inspirada pelo DJ da casa) venho "MTV get of the Air" (Frankenchrist) e nova canção Area 51.
Aos acordes da clássica "Too Drunk to Fuck" (Give Me Convenience Or Give Me Death), o Music Hall enfureceu mais uma vez, e os presentes deliraram, dividindo o microfone com Skip, aliás ele fez isso em diversas situações, inclusive descendo do palco para interagir com a galera...
Na sequencia venho a belíssima "Moon Over Marin" do LP Plastic Surgery Disasters e logo após uma bela puxada de saco do batera, D.H. Peligro, que jurou amores a Curitiba, venho "Nazi Punks Fuck Off" do EP In God We Trust, Inc. de 1981, e sem perder tempo a banda mandou a canção que dava nome a turnê, "California Über Alles" (Fresh Fruit for Rotting Vegetables) , sensacional! Depois dessa um tempo merecido pra cabeça da galera...
Voltaram ao palco tocando a super critica "Bleed for Me" (Plastic Surgery Disasters), seguida por "Viva las Vegas", um cover de Elvis Presley, regravada pela banda no álbum Fresh Fruit for Rotting Vegetables, venho na sequencia então "Holiday in Cambodia" (Fresh Fruit for Rotting Vegetables), e aí o bicho pegou mais uma vez, o povo rodou a roda... e eu sinceramente achei que era a ultima musica do show já que a banda deixou o palco por alguns momentos novamente, se despedindo, logo voltaram com a saideira, "Chemical Warfare" também do Fresh Fruit for Rotting Vegetables, essa foi a responsável pela despedida de Curitiba... valew rapaziada tava ótimo...
O show aconteceu no dia 18/04/13 no Music Hall e teve a abertura da banda Fang, um som pesado e muito bom, mas que não animou o pouco público presente até o momento em que essa banda tocava, aliás o público não foi o que eu estava esperando, achei meio fraco, tanto na animação como na quantidade, em 2001 o show estava digamos "mais quente", desta vez não se via Punks com moicanos gigantes coloridos como em 2001( e também as loirinhas bonitinhas que foram ver a má escolhida banda de abertura daquela ocasião, aquela que saiu levando latada na cabeça) o que se via era uma mescla de tiozoes com uma rapaziada nova meio desconfiada, rsrs eu já estou na equipe dos tiozoes será? putz...
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| Fotos: Alberto Krawczyk |
Pois bem, vamos ao show, logo depois da banda de abertura deixar o palco, 2 ou 3 Roadies deram uma ajeitadinha no palco e na bateria, e os senhores do Dead Kennedys deram as caras e entraram ao palco... eles mesmo foram preparar os instrumentos, afinação, ajustes e tals. Antes disso eu tinha visto o guitarrista East Bay Ray, perambulando por entre as pessoas, não sei se não o reconheceram ou sei lá, andou anonimo por entre todos e tive a impressão que ninguém viu ele.. eu, se estivesse com uma câmera ou celular algo assim iria registrar o momento ao lado dele sem dúvidas...
Tenho que fazer uma observação para a produção do show que contratou o DJ, vão toma no rabo, que merda eim, porque em um show do Dead Kennedys o cara fica colocando Reggae, Rap, sei la o que mais, é pra fuder né, da licença é pra desanimar o público mesmo né ..
Pois bem logo os Senhores deixaram o palco e em alguns momentos as luzes se enfraqueceram, o som horrível do intervalo se calou (não que eu odeie, mas definitivamente não era o momento pra "reggae night") e de repente eles estavam lá, Klaus Flouride nos baixos, East Bay Ray na guitarra, na bateria, o simpático, D.H. Peligro (que falou muito de Curitiba) e no vocal o novato Skip (Ron Greer) começando a noite venho com "Forward To Death" do primeiro álbum da banda, de 1980, entitulado Fresh Fruit for Rotting Vegetables (clássico do Punk Mundial), na sequência venho "Winnebago Warrior" do álbum de 1981, Plastic Surgery Disasters, então vieram os acordes inconfundíveis de "Police Truck" da coletanea de 1987, Give Me Convenience Or Give Me Death, e o público foi ao delírio.
A sequência trouxe "Buzzbomb", do álbum Plastic Surgery Disasters, "Let's Lynch The Landlord" (Fresh Fruit for Rotting Vegetables), "Jack-O-Rama", primeira da noite do albúm de 1985, chamado Frankenchrist, venho então as clássicas "Kill The Poor" (Fresh Fruit for Rotting Vegetables), e com uma introdução a lá reggae nigth (talvez inspirada pelo DJ da casa) venho "MTV get of the Air" (Frankenchrist) e nova canção Area 51.
Aos acordes da clássica "Too Drunk to Fuck" (Give Me Convenience Or Give Me Death), o Music Hall enfureceu mais uma vez, e os presentes deliraram, dividindo o microfone com Skip, aliás ele fez isso em diversas situações, inclusive descendo do palco para interagir com a galera...
Na sequencia venho a belíssima "Moon Over Marin" do LP Plastic Surgery Disasters e logo após uma bela puxada de saco do batera, D.H. Peligro, que jurou amores a Curitiba, venho "Nazi Punks Fuck Off" do EP In God We Trust, Inc. de 1981, e sem perder tempo a banda mandou a canção que dava nome a turnê, "California Über Alles" (Fresh Fruit for Rotting Vegetables) , sensacional! Depois dessa um tempo merecido pra cabeça da galera...
Voltaram ao palco tocando a super critica "Bleed for Me" (Plastic Surgery Disasters), seguida por "Viva las Vegas", um cover de Elvis Presley, regravada pela banda no álbum Fresh Fruit for Rotting Vegetables, venho na sequencia então "Holiday in Cambodia" (Fresh Fruit for Rotting Vegetables), e aí o bicho pegou mais uma vez, o povo rodou a roda... e eu sinceramente achei que era a ultima musica do show já que a banda deixou o palco por alguns momentos novamente, se despedindo, logo voltaram com a saideira, "Chemical Warfare" também do Fresh Fruit for Rotting Vegetables, essa foi a responsável pela despedida de Curitiba... valew rapaziada tava ótimo...
Deixo aqui um pouco do que rolou no show de Curitiba:
Let's Lynch The Landlord
Kill the poor/ MTV get off the Air
Too drunk to fuck
Nazi punk fuck off / california ubber alles
Viva Las Vegas
Holiday in Cambodia
Chemical Warfare
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Cubana de Aviación, voltará a voar direto do Brasil
A companhia ‘Cubana de Aviación’ terá voo direto semanal de SP a Havana.
Por enquanto, e até o início das operações da 'Cubana de Aviación', a principal alternativa para os brasileiros que querem voar até Havana é oferecida pela companhia panamenha 'Copa Airlines', em voos semanais que partem de Belo Horizonte, Brasilia, Manaus, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo com destino à Cidade do Panamá.
A Taca oferece um voo partindo de São Paulo para Havana, com escala em Lima, no Peru e há alguns voos da Taca que fazem escala também em San José e Quito, além de Lima. É possível também, porém mais trabalhoso, pegar um voo da Avianca, com duas escalas, em Bogotá e San José, ou ir de TAM para Buenos Aires, e de lá embarcar no voo da Cubana de Aviación para Havana. Por causa das escalas (com trocas de avião), o tempo estimado de viagem é de, no mínimo, dez horas. Outra opção é ir até Caracas (com várias companhias) e de lá pegar algum voo para Cuba, ou ainda, é possível voar com a LAN até Lima e de lá para Havana (esta foi a opção que fiz, quando eu fui) sem dúvidas este voo da Cubana sera muito bem vindo, eu espero que possa ter a oportunidade de desfrutar desta viagem.
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sexta-feira, 10 de maio de 2013
quinta-feira, 9 de maio de 2013
Quinta Rock - Garotos Podres - Yankeess Go Home!
Boa noite galera, dia de rock aqui no Loco Mundo, hoje um som dedicado aqueles que estão tentando voltar para nosso continente, através de desestabilizações em países democráticos, com o apoio da mídia mundial, QUINTA ROCK politizada, punk e poderosa!!!
GAROTOS PODRES
BANDA: Garotos Podres
GÊNERO: Punk Rock, Street Punk,Oi, Ska Punk
PAÍS: Brasil
MÚSICA: Yankess go home
VÍDEO:
LETRA:
Yankees Go Home
Oi, Oi, Oi, Oi, Oi, Oi, Oi, Oi
Nações imperialistas
Dominam o mundo
Promovem a miséria
Pois nela se sustentam
Piratas do séc. XX
Parem de nos saquear
Yankees go home, Yankees go home
Yankees go home, Yankees go home
Go home, go home, go home, go home
Go home, go home, go home, go home
Através das armas
Ou da surra
Nos impõe a submissão
F.M.I.
Fome e miséria internacional
Sai fora daqui
Yankees go home, Yankees go home
Yankees go home, Yankees go home
Go home, go home, go home, go home
Go home, go home, go home, go home
Águias e Ursos brigam
Pela posse do mundo
Como abutres
Pela posse da carniça
Yankees go home, Yankees go home
Yankees go home, Yankees go home
Go home, go home, go home, go home
Go home, go home, go home, go home
Oi, Oi, Oi, Oi, Oi, Oi, Oi, Oi
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ROCK
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Shows - Accept - South America Tour 2013 (resenha)
Galera, eu sei que ta meio super atrasado, mas tenho que registrar este momentos histórico, vou dar uma pequena pincelada nos dois super shows que tive o prazer de ver, um pouco antes de ter viajado (por isso, a demora) ...
Começamos com o Metal, fui a nova Sociedade Abranches, ver os alemães do ACCEPT, tenho que dizer que o Abranchão, tá bem legal, e em minha opinião muito melhor que Master Hall e com certeza infinitamente melhor que o Music Hall, espaços que temos para shows em Curitiba. Mas falta uma orientação aos seguranças da casa, por favor um show do Accept é histórico, não rasguem o ingresso, deixem a parte do ingresso com o logotipo e tals para o público!!! (fica a dica para organizadores de shows)
Pois bem, o show do Accept ( 05/04/13) foi realmente histórico, fiquei sabendo que tocou uma banda Curitibana antes, mas não posso dizer porque não vi, entrei mais tarde...
O show que começou aproximadamente as 23 hrs, levou a loucura a todos os presentes, muita gente das antigas do Metal Curitibano presente, afinal de contas, Accept não é todo mundo que conhece, como diria o ditado "só para os fortes".. rá!!! Clássico e puro Heavy Metal!
Tenho que confessar que de tanto ouvir quase derreti o vinil "Staying a Life" em minha adolescência, então foi mais um grande sonho realizado, mesmo sem ser o Udo nos vocais o show foi muito foda, o vocalista Mark Tornillo é bom demais também, uma voz totalmente Accept... A banda contou com a energia e presença de palco do guitarrista Wolf Hoffmann acompanhado dos também fervorosos Herman Frank fazendo a dupla nas guitarras, Peter Baltes no baixo e Stefan Schwarzmann na batera. Peter Baltes e Wolf Hoffmann são os dois integrantes remanescentes da formação original da banda formada por Udo.
Pois bem, o show começou com músicas do último álbum, Stalingrad,(disco o qual a banda está apresentando na turnê) o público delirou com "Hung Drawn and Quartered" e"Hellfire".
A casa pegou fogo com o primeiro clássico tocado pela banda, nada mais nada menos que "Restless and Wild" do álbum de mesmo nome, de 1982, sem dar tempo para esfriar venho o primeiro som do super disco Balls to the Wall de 1983, "Losers and Winners" e o delírio da galera.
Na sequência venho mais uma do disco novo, desta vez a música que da nome ao disco, "Stalingrad" e logo em seguida "Breaker" do disco homônimo, de 1981.
Nesta altura do campeonato, os sorrisos nas caras já eram evidentes, a continuação trouxe um som do primeiro disco na banda, do vocalista que teve que substituir o mestre Udo Dirkschneider, trata-se do álbum de 2010 Blood of the Nations, venho então "Bucket Full of Hate".
"Monsterman" (do Russian Roulette de 1986),"Shadow Soldiers" (do Stalingrad), "Neon Nights" (do Restless and Wild) , "Bulletproof" (do albúm Objection Overruled de 93) e "Aming High"(também do Russian Roulette), vieram antes do super clássico "Princess of the Dawn" (Restless and Wild), nessa hora o Abranches se tornou quase um estádio de futebol com a torcida sendo os presentes na casa, cantaram a canção como em uma final de campeonato, principalmente na hora do oooôoooôooôôô, se é que me entendem, foi lindo... rsrs.
Sem perder o embalo venho "Up to the limit" do Metal Heart de 1985, "No shelter" e "Pandemic" do Blood of the Nations, antecederam a última música desta parte do show, "Fast as a shark" (Restless and Wild) fez mais uma vez o público enlouquecer freneticamente!
Alguns minutos de intervalo e o "Playback" da introdução de "Metal Heart" (do álbum de mesmo nome) ferveu de novo o caldeirão, eu achei que seria o último som e creio que muitas pessoas pensaram igual, então imagina o tamanho da animação, logo venho na sequência "Tentonic Terror" do Blood of the Nations e pra fechar a noite com uma super chave de ouro venho "Balls to the Wall" fantástico e histórico...
Foi assim intercalando clássicos eternos com os novos sons dos 2 últimos álbuns e com Wolf Hoffmann, abusando de solos, principalmente nos clássicos, que o show de mais de 2 horas, fez com que os presentes no Abranchão saíssem de lá surdos e roucos e com sorrisos na orelha, se alguém não ficou satisfeito com o show foi porque erraram o lugar e a banda, pois o pagode rola em outros lugares, foi foda demais..
Deixo alguns vídeos destes momentos para que vocês tenham uma ideia o quanto foi foda!
*caralho, vendo os vídeos pra colocar aqui eu repito FOI FODA DEMAIS!!!
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