" A mi no me ofende que por hablar mucho me llamen loco, Tú dices poco porque sabes poco!"
Calle 13

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Dead Kennedys tocará novamente no Brasil

É galera,  andei vendo por aí, que a banda DEAD KENNEDYS, ícones do Punk Rock Mundial, vai se apresentar novamente no Brasil, ainda não tem nada no site oficial da banda, mas alguns sites brasileiros já dão como confirmado.



Agora pouco uma postagem compartilhada na página oficial dos Ratos De Porão no Facebook,  mostrava o cartaz e indicava as datas, e para nossa alegria (ou pelo menos para minha alegria), Curitiba está incluída de novo, e eu novamente estarei lá!!!

DEAD KENNEDYS NO BRASIL !! 
18/4 -CURITIBA
19/4 - AMERICANA-SP
20/4-RECIFE -ABRIL PRO ROCK
21/4 -SÃO PAULO - VIA MARQUES

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Viajante quebra recorde, mas não é reconhecido pelo "Guinness Book"

Graham viajou por 201 países...

O britânico Graham Hugues, de 33 anos, que viajou pelos 201 países do mundo sem usar avião, foi avisado pelos juízes do "Guinness World Records" que seu feito não será reconhecido.

Hugues levou quatro anos para cumprir o desafio, e ainda perdeu o emprego e a namorada durante o período, além de ser preso duas vezes. No entanto, os organizadores do Guinness rejeitaram sua candidatura alegando que ele passou pela Rússia ilegalmente.

“Eles disseram que eu atravessei um rio para chegar à Rússia, o que não era oficial, e eu sei que estão certos. Eu sabia que estava tentando ser mais esperto”, contou ao “Mirror”. Assim que recebeu uma carta sobre a rejeição, ele pegou um ônibus e atravessou a fronteira oficialmente.

Quando entrou no país, publicou uma foto com o visto russo. Agora, Graham espera se sua segunda tentativa irá contar. O aventureiro viajou 250 mil quilômetros em 1.426 dias, usando ônibus, trens e barcos.


Fonte: Pop News

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Quinta Rock - La Vela Puerca - Alta Magia

Fala povo, mais uma QUINTA ROCK... E hoje rola um som a pedidos, o som de hoje vai para meu amigo chileno Andrés Rusio, vamos curtir os Uruguaios do LA VELA PUERCA, Saludos desde Curitiba, Brasil!


LA VELA PUERCA


BANDA: La Vela Puerca
GÊNERO: Rock, Ska, Punk
PAÍS: Uruguay
MÚSICA: Alta Magia
WEB: http://www.velapuerca.com/

VÍDEO:



LETRA:

Alta Magia
Pará hermano, pará un poquito que estamos de la mente
mente que busca enroscarse con la gente
gente que humilde camina por la calle, calle, calle, calle.

Calle hermana, que me enseñó a entendre a töa la peña
peña que siempre se le va la olla
olla que coman todos los que puedan, puedan, puedan, puedan y arriva.

No hay derecho
ni amnistía
y que encierren
policías.

Toca el cielo, probá una seca de todos mis pecados
pecados que no pienso arrepentirme
arrepentirme si solo quiero amarte, amarte, amarte, amarte.
a Marte, planeta de este sistema de mierda
mierda la guita que siempre me hace falta
falta la Luna pa'prender un cuete, cuete, cuete, un cuete y arriva.

No hay derecho
ni amnistía
y que encierren
policías.


quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

O Melhor coral infantil do Mundo - Crianças cantam Iron Maiden

Nem tudo esta perdido neste mundo, este vídeo onde crianças cantam "Flight of Icarus" do Iron Maiden nos enche de esperança, é emocionante, cheguei a me arrepiar... rsrsrs. Como é lindo!!!




update:
Uma iniciativa filantrópica capaz de amolecer o coração do mais bruto dos metaleiros. A instituição Cash for Kids reuniu dezenas de crianças, entre 7 a 11 anos, para cantar Flight of Icarus, clássica música da banda inglesa de heavy metal Iron Maiden. O vídeo, que mostra a música de 1983 entoada por alunos da Escola Primária de Watville, na cidade inglesa de Birmingham, foi realizado em parceria com a revista de música pesada Kerrang!, com o intuito de divulgar as campanhas beneficentes da entidade.

A Cash for Kids busca arrecadar fundos para ajudar crianças carentes e doentes de cidades da Inglaterra, Escócia e Irlanda do Norte. Durante 2011, a Kerrang! realizará uma série de eventos para angariar verba para escolas de Birmingham e West Midlands.

Mitologia e metal

Flight of Icarus é o oitavo single do Iron Maiden e o primeiro do álbum Piece of Mind (1983), quarto trabalho do grupo. A letra, escrita pelo vocalista Bruce Dickinson e pelo guitarrista Adrian Smith, se baseia na história de Ícaro, da mitologia grega.

Segundo a versão mais conhecida, Ícaro e seu pai, Dédalo, confeccionaram asas de cera para escapar voando da ilha de Creta, onde estavam presos por Minos. Ao se seduzir com a liberdade do voô, Ícaro se aproximou muito do sol, o que fez derreter a cera de suas asas, ocasionando sua queda. Ele teria caído ao mar Icário, na região da ilha de Icaria, ambas batizadas por seu nome.

Fonte da notícia: http://www.divirta-se.uai.com.br/html...

Abuella Grillo - Um belo conto Boliviano.

Abuella Grillo é uma bela animação sobre a água e o direito de todos a seu acesso.

A animação foi produzida em uma parceria entre animadores dinamarqueses e bolivianos, baseado em um mito do povo (indígena) ayoreo, traz muitas reflexões sobre questões referentes à privatização da água.


Uma referência clara é a Guerra da Água, ocorrida em Cochabamba, Bolívia, entre 1999 e 2000, onde em abril de 2000 a população de Cochabamba, a quarta maior cidade do país, tomou ruas e praças exigindo a reversão do processo de privatização dos serviços de distribuição de água encanada. Foi uma vitória única e marcante a nível mundial, mostrando a força da mobilização popular contra o saque de um recurso essencial à vida.

O filme te leva a uma viagem junto da Abuella Grillo que caminha sobre paisagens rurais e urbanas, com uma nuvem que a segue. Ela passa por diversas situações e obstáculos em uma triste e profundamente simbólica história sobre exploração ambiental e corrupção governamental.


Veja o Filme:

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Por Que Chavez é tão odiado???


Não posso deixar de compartilhar mais uma vez, uma interessante matéria sobre Hugo Chavez, alguns fatos que são ignorados por muita gente, principalmente para aqueles que por algum motivo $$ não tem interesse em um fortalecimento politico de quem realmente se preocupa com as camadas mais baixas da população.


Talvez por ele ter mostrado que pode dar certo um modelo voltado para os pobres.


O artigo abaixo foi publicado no jornal inglês Independent, e é republicado com autorização pelo Diário. O autor, Owen Jones,  28 anos, é um dos talentos emergentes do jornalismo político inglês. O texto foi escrito na época da campanha presidencial, e Owen estava em Caracas para cobrir as eleições.

Se tudo o que a mídia ocidental disser for verdade, eu escrevo essa coluna de um país brutalizado por um líder terrível e indigno, Hugo Chavez, que prende rotineiramente qualquer jornalista ou político que se pronuncie contra sua tirania.

De acordo com  o colunista Toby Young, a Venezuela é liderada por um “tirano marxista” e um “ditador comunista”. O oponente nas eleições presidenciais de Chavez, Henrique Capriles, foi retratado, em contraste, como um democrata dinâmico e inspirador, determinado a acabar com o fracassado experimento socialista na Venezuela e abrir o país para o extremamente necessário capital estrangeiro.

A realidade da Venezuela não poderia ser mais distante do que o alegado, mas o dano já foi feito: até mesmo vários esquerdistas consideram Chavez um tirano. E aqueles que desafiam a narrativa são repudiados como idiotas, seguindo os passos daqueles que,  como o conhecido casal socialista Beatrice e Sidney Webb, nos anos 30, louvaram a Rússia de Stálin, esquecendo-se de seus horrores.

A Venezuela é uma espécie engraçada de “ditadura”. A mídia privada tem 90% de audiência e, rotineiramente, lança propagandas vitriólicas contra Chavez. Na época das eleições, as áreas pró-oposição estiveram embriagadas de letreiros com a face sorridente de Capriles, e comícios jubilantes contra Chavez foram um evento regular ao redor do país.

Os venezuelanos votaram então pela décima quinta vez desde que Hugo Chavez foi eleito pela primeira vez, em 1999: todas essas eleições foram julgadas como livres pelos observadores internacionais, incluído o ex presidente americano Jimmy Carter, que descreveu o processo eleitoral do país como “o melhor do mundo”. Quando Chavez perdeu um referendo constitucional em 2007, ele aceitou o resultado. Antes de seu incentivo a que todos tirassem título de eleitor, muitas pessoas pobres não podiam votar. Contrastando fortemente com a maior parte das democracias ocidentais, mais de 80 por cento dos venezuelanos votaram nas eleições presidenciais.

Até mesmo oponentes de Chavez me disseram que ele foi o primeiro presidente venezuelano que se importou com os pobres. Desde sua vitória em 1998, a pobreza extrema caiu de quase um quarto para 8,6% no ano passado; o desemprego reduziu-se pela metade; e o PIB per capita dobrou. Em vez de ter arruinado a economia – o que todos seus críticos alegam – a exportação de petróleo subiu de $14,4 bilhões para $60 bilhões em 2011, provendo fundos para ser gastos nos ambiciosos programas sociais de Chavez, as chamadas “missiones”.

Seus críticos o atacam por sua associação com autocratas e tiranos como Gaddafi, Ahmadinejad e Assad. Eles podem ter um ponto, mas levando-se em conta o suporte ocidental às ditaduras como as da Arábia Saudita, Bahrain e Cazaquistão – cujo regime paga, atualmente, $13 milhões por ano a Tony Blair por serviços de relações públicas – uma enorme casa de vidro se ergue atrás deles. Os principais aliados da Venezuela são as democracias latino americanas, todas governadas por presidentes progressistas que Chavez ajudou a inspirar, tais como Brasil, o Equador e a Bolívia.

Isso não quer dizer que a Venezuela está livre de problemas, nada disso. Segurança é a principal preocupação dos venezuelanos com quem conversei, e não é de se espantar: crimes vilentos surgiram, com mais de 20.000 pessoas assassinadas em 2011. A polícia local e o sistema judiciário são ineficazes e, muitas vezes, corruptos, e é claro que uma sociedade com mais armas do que pessoas não é a sociedade ideal. O governo está iniciando uma força policial nacional, mas uma ação urgente é necessária.

Mas, quando vemos seu relacionamento com a oposição, Chavez tem sido muito clemente. Muitos dos opositores – incluindo Capriles – envolveram-se, em 2002, em um golpe militar no estilo Pinochet, bancado pelos Estados Unidos, e que falhou apenas no momento em que os adeptos de Chavez tomaram as ruas. O golpe foi incitado e apoiado em grande parte pela mídia privada: e eu imagino o que aconteceria  para a Sky News e ITN se provocassem um coup d’état contra um governo democraticamente eleito na Grã-Bretanha.

Cinco anos depois, o governo se recusou a renovar a licença de uma emissora televisiva, RCTV, por sua participação no golpe. Até Chavistas reconheceram que foi um erro tático, mas eu me pergunto quantos governos iriam tolerar emissoras que defendem sua derrota armada.

A escuma oligarca da Venezuela odeia Chavez, mas a verdade é que seu governo mal os tocou. O máximo de imposto é apenas 34%, e há uma violenta sonegação de impostos. Por que o desprezam? Como o líder chavista Temir Porras me disse, é porque “as pessoas que limpam suas casas, agora, são mais importantes politicamente do que eles”. Durante o governo de Chavez, os pobres receberam um poder político que não deve ser ignorado: não é de espantar que Capriles pelo menos declarou que deixaria os programas sociais devidamente intactos.

Os críticos ocidentais de Chavez têm o direito de discordar dele. Mas é hora de pararem de fingir que ele é um ditador. Chavez venceu as eleições com justiça. E, apesar de seus obstáculos formidáveis, provou que é possível liderar um governo popular e progressista que rompe com o dogma neoliberal. Talvez seja por isso, afinal das contas, que é tão odiado.


Fonte: Diário do Centro do Mundo

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