" A mi no me ofende que por hablar mucho me llamen loco, Tú dices poco porque sabes poco!"
Calle 13
segunda-feira, 18 de março de 2013
Opositor fascista venezuelano Lópes incita a guerra civil.
O dirigente opositor venezuelano e um dos protagonistas do Golpe de Estado de 2002, Leopoldo López, incita a guerra civil e à perturbação da ordem pública através de folhetos que foram distribuindo em alguns lugares da cidade de Caracas.
O panfleto foi mostrado nesta Segunda-feira (Segunda feira passada dia 11/03) pelo apresentador do programa "La Hojilla", que transmite o canal "Venezoelana de Televisión", Mario Silva, o qual pediu ao candidato da direita, Henrique Capriles Radonski, que peça ao seu "amigo" que deixe de estar incitando a violência, já que poderá gerar caos no país.
A mensagem que está no panfleto é: Seja ativo, nem o fantoche de Havana, nem seus patrões impediram que nós venezuelanos sigamos expressando nossas ideias, nem exercer nossos direitos, chega de palavras, queremos ações, não mais líderes mortos, se nós tivermos que recuperar a democracia pela força, o faremos, se é necessário incendiar as ruas, o faremos".
Silva, por essa mensagem tão deplorável, qualifico ao político como "fascista", assim como de hipócrita e mentiroso, além disso, lembrou que é um personagem assalariado pelo departamento de estado dos EUA. Estes atos, que tem tomado a ultra direita venezuelana, buscam causar violência ante as eleições que aconteceram no próximo 14 de abril.
Fonte: WEBGUERRILLERO
texto original:
"El dirigente opositor venezolano y uno de los protagonistas del Golpe de Estado de 2002, Leopoldo López, incita a la guerra civil y a la perturbación del orden público a través de folletos que han distribuido en algunos sectores de la ciudad de Caracas.
El fascículo fue presentado este lunes por el moderador de “La Hojilla”, que transmite Venezolana de Televisión, Mario Silva, el cual instó al candidato de la derecha, Henrique Capriles Radonski, a que le pida a su “amigo” que deje de estar incitando a la violencia ya que podría generar caos en el país.
El mensaje que lleva el panfleto es: “Actívate, ni el títere de La Habana, ni sus patrones impedirán que los venezolanos sigamos expresando nuestras ideas, ni ejercer nuestros derechos, basta de palabras, queremos acciones, no más lideres dormidos, si tenemos que recuperar la democracia por la fuerza, lo haremos, si es necesario que incendiemos las calles, lo haremos”.
Silva, por ese mensaje tan deplorable, calificó al político de “fascista”, así como de hipócrita y mentiroso, además recordó que es un personaje asalariado por el Departamento de Estado de EEUU. Estos actos, que ha tomado la ultra derecha venezolana, buscan causar violencia ante los comicios que se efectuarán el próximo 14 de abril. "
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domingo, 17 de março de 2013
Vídeo mostra soldados espanhóis espancando covardemente a Iraquianos.
A revelação de um vídeo onde soldados espanhóis golpeiam covardemente a dois "prisioneiros" Iraquianos, traz a tona, as atrocidades da guerra no Iraque e revela que a barbaridade cometida contra os locais, não se deve apenas ao covarde exercito dos EUA, mas também a outras tropas envolvidas no saque ao país soberano do Iraque.
O vídeo que tem cerca de 40 segundos foi gravado na base de Diwanya, base principal das tropas espanholas no Iraque, o contingente espanhol ficou apenas 10 meses no Iraque, nos períodos entre agosto de 2003 e maio de 2004, mesmo assim pode-se notar que os soldados espanhóis conseguiram levar a democrácia, que nos é conheida desde os tempos do colonializmo do século XV.
Documentários: Muito Além do cidadão Kane - (Beyond Citizen Kane)
Muito além do cidadão Kane, originalmente intitulado "Beyond Citizen Kane" é um documentário televisivo produzido por Simon Hartog, exibido em 1993 pelo "Channel 4" (canal de tv pública do Reino Unido) e PROIBIDO/CENSURADO no Brasil por ordem judicial.
O documentário faz referência ao personagem Charles Foster Kane, criado por Orson Welles na obra conhecida como Cidadão Kane de 1941. Cidadão Kane é baseado na trajetória do magnata da comunicação nos EUA, William Randolph Hearst. O filme se baseia em manipulação de informação. O paralelo entre o filme e o documentário é a forma como seria controlado e exibido o conteúdo a ser informado, ou seja, Kane e Marinho empregariam a mesma manipulação com o objetivo de influenciar.
O documentário detalha fatos de como a Rede Globo de televisão, vai muito além de manipulação de informações, detalha o passado obscuro da emissora e de como ela se tornou poderosa ao ponto de estar entre as 5 maiores redes de TV do mundo.
Dentre as muitas falcatruas da emissora, o documentário mostra a forte ligação e apoio da emissora à ditadura militar, sua parceria ilegal com grupos estadunidenses, algumas práticas de manipulação (nas quais podemos destacar exibição de imagens da multidão do movimento Diretas-Já, como sendo pessoas comemorando o aniversário de São Paulo), a emissora também interfere diretamente na politica, como ocorreu em 1989, quando a emissora apresentou no Jornal Nacional, uma edição feita de maneira a favorecer o candidato Collor de Mello ( a globo o colocou na presidência e também o tirou de lá) frente a Luiz Inácio Lula da Silva. Também apoiou a tentativa de fraude das eleições fluminenses em 1982 para tentar impedir a vitória de Leonel Brizola.
A globo tentou comprar os direitos sobre o filme, para tirar de circulação, mas antes de morrer Hartog, fez um acordo com organizações brasileiras para que o documentário não pudesse ser comprado pela Globo, a Record tentou comprar seus direitos em 1990, porém desistiu pela disputa judicial que teria que enfrentar, no entanto em 2009, quando começaram os atritos com a Globo, a Record comprou os direitos sobre o filme pela quantia de 20 mil dólares e espera autorização da justiça para poder transmiti-lo.
O filme, sendo proibido, era pirateado em fitas VHS, sendo passado de mão em mão e exibido em universidades e partidos politicos, a Globo entrou com pedido judicial para tentar aprender as cópias, mas não conseguiu tal ação. O documentário começou a ser visto em massa a partir dos anos 2000 com a popularização da internet, mas mesmo assim, ainda hoje muitas pessoas não tem nem conhecimento da existência deste documentário.
Muitas pessoas me perguntam, porque não gosto da rede Globo, pois bem, espero que depois de ver este documentário você possa entender.
Ficha Técnica:
Estado: Em DVD
Título Original: Beyond Citizen Kane
Gênero: Documentário
Direção: Simon Hartog
Roteiro: Simon Hartog
Elenco:
Chico Buarque de Hollanda, Luís Inácio Lula da Silva, Walter Clark, Armando Nogueira, Gabriel Priolli, Dias Gomes, Washington Olivetto, Armando Falcão, Antônio Carlos Magalhães e Leonel Brizola
País de Origem: Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte
Estreia Mundial: 1993
Duração: 105 minutos
O documentário faz referência ao personagem Charles Foster Kane, criado por Orson Welles na obra conhecida como Cidadão Kane de 1941. Cidadão Kane é baseado na trajetória do magnata da comunicação nos EUA, William Randolph Hearst. O filme se baseia em manipulação de informação. O paralelo entre o filme e o documentário é a forma como seria controlado e exibido o conteúdo a ser informado, ou seja, Kane e Marinho empregariam a mesma manipulação com o objetivo de influenciar.
O documentário detalha fatos de como a Rede Globo de televisão, vai muito além de manipulação de informações, detalha o passado obscuro da emissora e de como ela se tornou poderosa ao ponto de estar entre as 5 maiores redes de TV do mundo.
Dentre as muitas falcatruas da emissora, o documentário mostra a forte ligação e apoio da emissora à ditadura militar, sua parceria ilegal com grupos estadunidenses, algumas práticas de manipulação (nas quais podemos destacar exibição de imagens da multidão do movimento Diretas-Já, como sendo pessoas comemorando o aniversário de São Paulo), a emissora também interfere diretamente na politica, como ocorreu em 1989, quando a emissora apresentou no Jornal Nacional, uma edição feita de maneira a favorecer o candidato Collor de Mello ( a globo o colocou na presidência e também o tirou de lá) frente a Luiz Inácio Lula da Silva. Também apoiou a tentativa de fraude das eleições fluminenses em 1982 para tentar impedir a vitória de Leonel Brizola.
A globo tentou comprar os direitos sobre o filme, para tirar de circulação, mas antes de morrer Hartog, fez um acordo com organizações brasileiras para que o documentário não pudesse ser comprado pela Globo, a Record tentou comprar seus direitos em 1990, porém desistiu pela disputa judicial que teria que enfrentar, no entanto em 2009, quando começaram os atritos com a Globo, a Record comprou os direitos sobre o filme pela quantia de 20 mil dólares e espera autorização da justiça para poder transmiti-lo.
O filme, sendo proibido, era pirateado em fitas VHS, sendo passado de mão em mão e exibido em universidades e partidos politicos, a Globo entrou com pedido judicial para tentar aprender as cópias, mas não conseguiu tal ação. O documentário começou a ser visto em massa a partir dos anos 2000 com a popularização da internet, mas mesmo assim, ainda hoje muitas pessoas não tem nem conhecimento da existência deste documentário.
Muitas pessoas me perguntam, porque não gosto da rede Globo, pois bem, espero que depois de ver este documentário você possa entender.
Ficha Técnica:
Estado: Em DVD
Título Original: Beyond Citizen Kane
Gênero: Documentário
Direção: Simon Hartog
Roteiro: Simon Hartog
Elenco:
Chico Buarque de Hollanda, Luís Inácio Lula da Silva, Walter Clark, Armando Nogueira, Gabriel Priolli, Dias Gomes, Washington Olivetto, Armando Falcão, Antônio Carlos Magalhães e Leonel Brizola
País de Origem: Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte
Estreia Mundial: 1993
Duração: 105 minutos
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GLOBOSTA,
IMPRENSA MARRON,
MUITO ALÉM DO CIDADÃO KANE,
TV
sábado, 16 de março de 2013
Há 45 anos os EUA massacravam 500 inocentes no Vietnâ
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| Massacre de My Lai |
Neste Sábado se completam 45 anos do massacre de My Lai, a aldeia vietnamita em que no dia 16 de março de 1968, o exército dos Estados Unidos assassinou friamente cerca de 500 moradores do vilarejo, a maioria eram idosos, mulheres e crianças, incluindo muitos bebês, todos estavam desarmados.
Antes de serem mortas, algumas das vítimas foram estupradas e molestadas sexualmente, torturadas e espancadas. Alguns dos corpos também foram mutilados.
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Em 4 horas os soldados estadunidenses, sobre ordens do tenente Willian Calley mataram todos os animais, violaram as mulheres, queimaram as casas, assassinaram os homens e trucidaram as crianças, foi o maior massacre de civis ocorrido na guerra do Vietnã.
Cerca de 20 pessoas sobreviveram fingindo-se de mortos e passando horas entre os cadaveres, 4 aldeias foram totalmente destruídas e reduzidas a cinzas.
2 sobreviventes do massacre falaram ao jornal "El País" em 2008, descrevendo um pouco deste horror:
"Eram muitos soldados, aproximaram-se da casa atirando nas galinhas e os patos. Matavam tudo o que viam. Sentimos um medo atroz. Na casa, estávamos minha mãe, minha filha de 16 anos, meu filho de seis e eu, que estava grávida. Apontaram suas armas para nós e pediram que saíssemos e fôssemos até o açude. (...) Havia muita gente no açude. Empurraram-nos para dentro dele a coronhadas. Juntávamos as mãos e implorávamos para que não nos matassem, mas eles começaram a disparar. Senti como se as balas me mordessem nas costas e na perna, vi como elas arrancaram metade do rosto de minha filha, e então desmaiei. O frio me devolveu a consciência. Meu filho pequeno jazia a meu lado. Não conseguia andar. Arrastei-me para chegar à minha casa e beber água porque estava com uma sede terrível. No caminho encontrei os corpos nus de muitas jovens. Eles as haviam violado e assassinado"
- Ha Thi Quy, 83 anos em 2008.
"Ainda ouço com nitidez os gritos dos soldados que irromperam em minha casa naquela manhã. ‘Tudi maus, tudi maus!’ Não sei o que isso queria dizer. Nem sei se era inglês ou uma imitação de vietnamita, mas era o que gritavam enquanto apontavam para nós e faziam sinais para sairmos. ‘Tudi maus, tudi maus!’ Minha mãe me disse para fugir e me esconder. Minhas irmãs corriam atrás de mim seguidas pela minha mãe com meus dois irmãos pequenos; o menor, tinha dois anos. Quando íamos entrar no abrigo, nos metralharam. Seus corpos caíram sobre mim".
- Cong Pham Thanh, que tinha onze anos no dia do massacre.
Dois anos depois o jornalista estadunidense Seymour M. Hersh publicou uma reportagem que revelou a seus compatriotas aquele acontecimento.
Aquela tragédia comoveu aos norte americanos e ao resto do mundo e teoricamente marcou desde então, um antes e depois no julgamento dos crimes de guerra modernos, pelo menos os crimes que são revelados.
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VIETNÃ
Documentários: Fahrenheit 9/11

Fahrenheit 9/11 é um clássico documentário escrito, dirigido e estrelado pelo famoso e polêmico cineasta Michael Moore, o nome do filme, para os que não sabem, remete ao filme dos anos 70, Fahrenheit 451, que vem do livro de mesmo nome escrito por Ray Bradbury. Em Fahrenheit 451, as pessoas vivem num tempo em que as casas são todas iguais, todas ligadas através de um sistema de televisão, e os cidadãos não têm o direito de ler e todos os livros estão sendo queimados.
O interessante é que o documentário foge da maneira tradicional da apresentação de documentários ao estilo National Geografic, Michael Moore acrescenta boas pitadas de humor, além de fatos convincentes, o que torna o filme bem agradável de ser visto.
Neste documentário é possível logo de cara ver que a tal democracia que tanto falam os Estadunidenses em realidade é uma farsa, Michal Moore mostra a fraude na eleição de George W. Busch, onde milhares de afro descentes foram impedidos de votar, fato que acabou sendo decisivo para eleição de Bush. Também mostra um fator inédito (estou sendo irônico), como a mídia tem poder decisivo na eleição e através daquele jogo sujo que todo mundo sabe, consegue influenciar as eleições conforme seus interesses.
É possível ver neste documentário cenas que a TV não mostrou, como a reação do povo dos EUA, na posse do presidente eleito "democraticamente" George W. Bush, ovos, protestos, cartazes, repressão, etc... bem diferente da posse do "ditador" Hugo Chávez, por exemplo.
Michael Moore expõe a ligação da família Bush com a família Bin Laden, além da forte ligação com o famoso grupo Carlyle, um fundo de investimentos que tem contratos milionários para vender armas nas guerras, principalmente para o exercito dos EUA, (esse mesmo grupo é dono das famosas cvc, top stock, Ri Happy, Tri-Fil, entre outros),
Apesar de eu pessoalmente, não acreditar nessa teoria que foi o "Bin Laden" que derrubou as torres etc, (para mim está claro que o próprio governo dos EUA, foi o "terrorista" em questão, inclusive, recentemente foi encontrado morto o escritor do livro The Big Bamboozle: 9/11, junto de toda sua família ), o documentário mostra que este fato, foi decisivo para invasão covarde ao país soberano do Iraque e também ao Afeganistão. É possível identificar com fatos concretos a "industria do medo" que o governo utiliza, para conseguir apoio da população em suas invasões a outros países. Pode-se dizer que o 11 de setembro, foi uma verdadeira desculpa para as invasões. O filme mostra algumas cenas bem fortes e revoltantes dos acontecimentos destas guerras. Só pra lembrar, onde estão as armas químicas mesmo?
Interessante é a maneira com que os EUA recrutam seus soldados de linha de frente, buscando os mais pobres e humildes, ainda é possível ver alguns detalhes sobre estes mesmos jovens depois que estão participando da guerra, ou quando voltam, mortos, ou inválidos.
Dentre muitas outras informações chocantes e interessantíssimas, uma que me chama muito atenção é uma reunião feita pelo governo dos EUA com algumas grandes empresas mundias, com o intuito de arrecadar dinheiro para financiar a guerra, frases do tipo "depois que o ouro negro/petróleo jorrar vai sobrar dinheiro, e quem investir vai ganhar muito dinheiro", enfim, são muitas coisas neste documentário, prefiro que tirem suas próprias conclusões.
Ficha Técnica:
Diretor: Michael Moore
Elenco: Michael Moore, George W. Bush
Produção: Michael Moore
Roteiro: Michael Moore
Duração: 110 min.
Ano: 2004
País: EUA
Gênero: Documentário
Cor: Colorido
Distribuidora: Não definida
Estúdio: Miramax Films
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11 DE SETEMBRO,
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sexta-feira, 15 de março de 2013
quinta-feira, 14 de março de 2013
Quinta Rock - Iron Maiden - Two Minutes to Midnight
Nada mais apropriado, QUINTA ROCK de hoje faltando 2 minutos pra meia noite hoje... não preciso falar mais nada....
BANDA: Iron Maiden
GÊNERO: Heavy Metal
PAÍS: Inglaterra
MUSICA: 2 Minutes to Midnight
WEB: http://www.ironmaiden.com/
IRON MAIDEN
BANDA: Iron Maiden
GÊNERO: Heavy Metal
PAÍS: Inglaterra
MUSICA: 2 Minutes to Midnight
WEB: http://www.ironmaiden.com/
VÍDEO:
LETRA:
2 Minutes To Midnight
Kill for gain or shoot to maim
But we don't need a reason
The Golden Goose is on the loose
And never out of season.
Blackened pride still burns inside
This shell of bloody treason
Here's my gun for a barrel of fun
For the love of living death.
The killer's breed or the Demon's seed,
The glamour, the fortune, the pain,
Go to war again, blood is freedom's stain,
Don't you pray for my soul anymore.
2 minutes to midnight,
The hands that threaten doom.
2 minutes to midnight,
To kill the unborn in the womb.
The blind men shout let the creatures out
We'll show the unbelievers,
The Napalm screams of human flames
Of a prime time Belsen feast...YEAH!
As the reasons for the carnage cut their meat
and lick the gravy,
We oil the jaws of the war machine
and feed it with our babies.
The killer's breed or the Demon's seed,
The glamour, the fortune, the pain,
Go to war again, blood is freedom's stain,
Don't you pray for my soul anymore.
2 minutes to midnight,
The hands that threaten doom.
2 minutes to midnight,
To kill the unborn in the womb.
The body bags and little rags of children
torn in two,
And the jellied brains of those who remain
to put the finger right on you
As the madmen play on words and make us all
dance to their song,
To the tune of starving millions
to make a better kind of gun.
The killer's breed or the Demon's seed,
The glamour, the fortune, the pain,
Go to war again, blood is freedom's stain,
Don't you pray for my soul anymore.
2 minutes to midnight,
The hands that threaten doom.
2 minutes to midnight,
To kill the unborn in the womb.
Midnight...Midnight...Midnight...is all night
Midnight...Midnight...Midnight...is all night.
TRADUÇÃO:
2 Minutos Para a Meia-noite
Matar pelo lucro ou atirar para mutilar
Mas nós não precisamos de uma razão
O Ganso Dourado está solto
E nunca fora de estação
O orgulho escurecido continua queimando
Desta casca de traição sangrenta
Aqui está minha arma para um pouco de diversão
Pelo amor dos mortos vivos
A cria do assassino ou a semente do demônio
O glamour, a fortuna, o sofrimento
Vá para a guerra de novo, o sangue é a mancha da liberdade
Nunca mais reze pela minha alma
2 minutos para a meia-noite,
As mãos que amedrontam a condenação.
2 minutos para a meia-noite,
Para matar o não-nascido no útero.
Os cegos gritam, deixam as criaturas sairem
Nós mostraremos aos descrentes
Os gritos de napalm de tochas humanas
Num banquete de primeira ao estilo Belsen
Enquanto os motivos pela matança cortem suas carnes
e lambem o molho
Nós lubrificamos as mandíbulas da máquina de guerra
E a alimentamos com nossos bebês
A cria do assassino ou a semente do demônio
O glamour, a fortuna, o sofrimento
Vá para a guerra de novo, o sangue é a mancha da liberdade
Nunca mais reze pela minha alma
2 minutos para a meia-noite
As mãos que amedrontam a condenação
2 minutos para a meia-noite
Para matar o não-nascido no útero
Os sacos de corpos e pedaços de crianças partidas
ao meio
E os cérebros pastosos dos que sobraram
Para apontar o dedo para você
Enquanto os loucos brincam com palavras
E nos fazem dançar a sua música
Na melodia de milhões de famintos
Para fazer um tipo melhor de arma
A cria do assassino ou a semente do demônio
O glamour, a fortuna, o sofrimento
Vá para a guerra de novo, o sangue é a mancha da liberdade
Nunca mais reze pela minha alma
2 minutos para a meia-noite
As mãos que amedrontam a condenação
2 minutos para a meia-noite
Para matar o não-nascido no útero.
Meia-noite... Meia-noite... Meia-noite... É a noite inteira.
Meia-noite... Meia-noite... Meia-noite... É a noite inteira.
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